Ana Maria Braga pega metrô para não pagar valor alto no carro de aplicativo e se dá mal: ‘Errou’

A apresentadora Ana Maria Braga está na cidade de Nova York, Estados Unidos, com seu marido, Fábio Arruda, para curtir as férias da TV. No entanto, os dois viveram um perrengue durante um passeio turístico.
Ana e Fábio foram pegar o metrô da cidade pela primeira vez e se perderam. Ela contou que eles quiseram economizar, já que o carro de aplicativo estava cobrando US$ 160 – cerca de R$ 827 – para levá-los. Então, os dois foram de metrô, mas se perderam nas estações.
Com um sorriso no rosto, Braga levou o perrengue na esportiva e se divertiu com a troca de trens e a longa caminhada. “Daqui de onde a gente estava até lá na Ponte do Brooklyn, o Uber estava querendo cobrar 160 dólares. A gente achou um pouco demais. Então vamos de metrô? A gente nunca andou de metrô aqui. Acho que a gente está indo para a direção errada! Na próxima estação, vamos ver se está errado. A gente errou mesmo. Você vai perguntando, entendendo mais ou menos o que eles falam. Só rindo mesmo”, contou ela.
Ana Maria Braga fala sobre o amadurecimento
O vídeo foi gravado no dia 1º de abril, que foi quando Ana Maria Braga completou 77 anos de vida. Por isso, ela aproveitou para refletir sobre o amadurecimento em seu aniversário.
“Eu tenho sonhos a longo prazo, graças a Deus. Vou chegar lá. É ruim quando a pessoa fica sem sem sonho mesmo, né? Sem projetar um sonho. Você projeta, não sabe se vai acontecer, se não vai, se vai dar certo, mas é uma projeção que faz a tua alma busca aquilo, né? Vai de encontro a aquilo. Então eu acho que não tem como parar de sonhar, né? Tô com um monte de projeto andando aí, tá tudo para 2 anos, 3 anos“, disse ela.
E refletiu sobre envelhecer. “Você sabe que o caminho tá encurtando, né? Mas a experiência já te dá uma tranquilidade maior, eu acho, né? Para enxergar e curtir, né? Aquilo que a gente tem hoje, porque esse negócio de longevidade não é uma coisa que me acompanha no dia a dia, né? Obviamente eu tenho consciência disso, que eu não sou tapada, né? A gente tem uma finitude, todos nós temos, né? Mas não é uma coisa que é a dona do meu dia ou da minha noite ou que vou dormir. Imagina, eu acho uma delícia aprender”, contou.
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