Podcast analisa relação de Flávio Bolsonaro com evangélicos após caso Dark Horse

A Marcha para Jesus deste ano, em São Paulo, foi marcada pelo tom eleitoral imposto pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O pré-candidato à Presidência disse na quinta-feira (4) que o Brasil vive uma guerra espiritual e que “o mal vai ser expulso do governo” neste ano.
O evento foi a primeira exposição de Flávio Bolsonaro a um grande público desde que duas crises estouraram na pré-campanha: a revelação da proximidade com Daniel Vorcaro e do pedido de dinheiro ao dono do Banco Master; e a associação à ameaça de um novo tarifaço do governo de Donald Trump contra o Brasil.
As últimas pesquisas indicaram queda nas intenções de voto no nome do PL mesmo entre evangélicos, grupo cuja maioria é alinhada ao bolsonarismo. A tentativa de Flávio de reconquistar apoios incluiu o lançamento, na sexta-feira (5), de um jingle que deve servir de mote para a pré-candidatura e que usa como fio condutor a fé e a defesa da família.
O Café da Manhã desta segunda (8) discute a relação de Flávio Bolsonaro com os evangélicos. O teólogo Ronilso Pacheco, diretor do Iser, analisa os recados da Marcha e trata do impacto dos casos Dark Horse e tarifaço nesse grupo da população.
O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente.
O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelos jornalistas Gustavo Simon e Magê Flores, com produção de Laura Lewer. A edição de som é de Raphael Concli.
Folha de São Paulo


