apoio a Lula teve só 1 voto; legenda adota neutralidade

O Republicanos fechou neutralidade para as eleições de 2026. O diretório nacional da legenda, nesta terça-feira (4/8), optou pela imparcialidade por conta da divisão da sigla nos estados e a falta de unificação, como no caso do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (PB), que, embora não tenha manifestado aliança com nenhum lado, atualmente é mais ligado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A decisão foi tomada por 17 votos a favor da neutralidade, 9 pelo apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) e um pelo apoio à reeleição do presidente Lula.
Em São Paulo, o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), recebeu apoio à reeleição em convenção realizada nesse sábado (1°/8). A coligação incluiu partidos como MDB, PL, PSD, PP, União Brasil, Podemos, PSDB, Cidadania, Novo, Avante e PRD.
O evento contou com a participação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Ele subiu ao palco com Tarcísio, mas a campanha do candidato ao governo paulista pelo Republicanos tenta descolar as imagens desde que o PL exigbiu um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro feito por Inteligência Artificial e arrumou mais problemas com a Justiça Eleitoral.
O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, demonstrou, nos bastidores, insatisfação com as revelações de Flávio teria recebido dinheiro do Banco Master e não quis atrelar a imagem do partido à falta de transparência do senador.
Outro ponto é que Flávio rifou a possibilidade de eleger a administradora Daniella Marques (Republicanos) a ser vice em sua chapa. Ainda que seja filiada ao partido, ela não é considerada um membro relevante e não angaria votos necessários para ocupar a cadeira de “02” da Presidência.
Metrópoles



