Política

“A espiral antissemita da presidente do PT”

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (foto), entrou em uma espiral antissemita que a colocou em pé de guerra com a Confederação Israelita do Brasil, a Conib.

No sábado, 30, Gleisi se solidarizou com o militante lulista Breno Altman, que divulgou diversas mensagens preconceituosas contra judeus nas redes sociais.

Em uma de suas mensagens, Altman comparava israelenses e judeus a ratos. “Podemos não gostar do Hamas, discordando de suas políticas e métodos. Mas essa organização é parte decisiva da resistência palestina contra o Estado colonial de Israel. Relembrando o ditado chinês, nesse momento não importa a cor dos gatos, desde que cacem ratos“, escreveu Altman.

No final de novembro, o juiz Paulo Bernardi Baccarat, do Tribunal de Justiça do estado de São Paulo, determinou a exclusão de postagens racistas de Breno Altman, após ter sido acionado pela Conib.

Gleisi, contudo, não viu nada demais nessa e em outras mensagens claramente racistas e antissemitas. Além de defender Altman, que ela considera um perseguido, ela partiu para cima da Conib, fazendo ilações indevidas.

Muito grave a perseguição ao jornalista Breno Altman, por seu firme posicionamento contra o massacre do povo palestino pelo governo de ultradireita de Israel. Altman é perseguido pela Confederação Israelita do Brasil (Conib), que age em nome daquele governo em nosso país. Com a participação de agentes do MPF e da PF, querem condená-lo por suas opiniões. Não podemos ser coniventes com essa perseguição. A intolerância não é de Altman, mas de uma entidade que nega aos judeus o direito de não aceitar a doutrina sionista, responsável pelo histórico massacre do povo palestino“, escreveu a petista.

Um dia depois, no domingo, a Conib publicou uma nota condenando os comentários de Gleisi em defesa de Altman e apontando seu viés antissemita.

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Matéria: O Antagonista

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