Anos após briga por herança, filho de Gugu Liberato abre o jogo sobre relação com a mãe e as irmãs
O primogênito João Augusto Liberato (24) abriu o jogo sobre a convivência com seus familiares após um período turbulento de disputas públicas. Quase sete anos após o falecimento de seu pai, o apresentador Gugu Liberato (1959–2019), o jovem relatou como superou os desentendimentos gerados pela partilha de bens deixada pelo comunicador.
A perda inesperada ocorreu em novembro de 2019, quando o apresentador sofreu uma queda de cerca de 4 metros de altura no sótão de sua residência localizada em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos. O acidente doméstico desencadeou uma batalha judicial pela herança que envolveu diretamente as pessoas mais próximas do artista.
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Desafios da exposição e conflito de herança
A briga familiar se tornou pública e dividiu os familiares do comunicador. Na época da partilha, as gêmeas Marina Liberato (22) e Sofia Liberato (22) ficaram ao lado da mãe, Rose Miriam Di Matteo, enquanto o primogênito decidiu se alinhar com a tia Aparecida Liberato.
Em entrevista concedida à coluna do jornalista Lucas Pasin, no portal Metrópoles, o herdeiro reconheceu que o assédio da imprensa foi uma das barreiras mais difíceis enfrentadas pela família. Ele destacou o impacto emocional de ver as discussões privadas ganharem manchetes em todo o país.
O jovem explicou que essa exposição pública feria a memória e as preferências do apresentador: “Isso foi algo que me deixou muito triste na época, justamente porque meu pai era uma pessoa pública, mas também muito reservado. Não gostava de exposição, ele sempre manteve a vida pessoal dele muito privada. Então, vendo tudo que saiu na mídia na época, me machucou bastante, as discussões em família, principalmente porque meu pai valorizava a família”.
Paz restabelecida
Apesar da intensidade dos desentendimentos ocorridos durante a disputa judicial, o herdeiro ressaltou que as divergências já foram superadas por todos. Ao relembrar o período de turbulência, ele apontou a superação pacífica dos conflitos: “Hoje em dia, graças a Deus, estamos todos resolvidos. Então, foi uma coisa que ficou no passado, mas essa parte da minha vida foi um grande desafio na época”, garantiu.
O jovem também celebrou o momento de união e reforçou o laço afetivo que mantém com as irmãs e com a mãe: “Hoje em dia, nos damos super bem. Existe um amor envolvido ali entre mim e a minha mãe, que é um amor muito forte. E a relação com as minhas irmãs também é muito boa”, disse ele.
João ainda explicou como enxergou a repercussão pública sobre a partilha dos bens do apresentador e a convivência com a família. “Na verdade, não foram brigas, houve conflitos de ideias. A gente discordava de algumas coisas e acabou que aconteceram esses desacertos e conflitos de opiniões. Mas quero que saibam que nada mudou da época que meu pai estava vivo e a nossa relação é muito forte e tem muito amor envolvido”, afirmou.
O impacto de ser filho do Gugu
O herdeiro também refletiu sobre ser filho de uma das maiores figuras da televisão brasileira. Ele reconheceu os privilégios que a visibilidade proporciona, mas destacou as exigências e comparações para construir a sua própria história.
“Ser filho do Gugu me traz muitas oportunidades, abre muitas portas para mim. Eu tenho muito orgulho de poder ter tido meu pai e receber muitos ensinamentos dele. Embora me traga muitas oportunidades, tem o lado da cobrança, da comparação, tem o lado de que precisa trabalhar duro, ralar. Eu busco focar na minha própria trajetória e melhorar, mostrar um João melhor do que eu era ontem”, afirmou.
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