Aos 52 anos, Bárbara Paz revela refúgio cercado por arte e história

A atriz e diretora Bárbara Paz (52) mantém em São Paulo um apartamento amplo, com pé-direito alto, que reúne elementos ligados à sua trajetória artística. Em entrevista à revista 29HORAS, publicada em 2019, a artista apresentou o imóvel no centro paulistano, onde guarda livros, fotografias, telas, cartazes, discos, plantas, imagens e histórias. Sua trajetória também está ligada ao legado do cineasta Héctor Babenco, com quem manteve uma relação amorosa e profissional até a morte do diretor, em julho de 2016.
Como é o apartamento de Bárbara Paz em São Paulo?
O refúgio urbano da artista reúne objetos relacionados à cultura e às suas referências pessoais. Segundo a reportagem da 29HORAS, o apartamento tem ambientes amplos e pé-direito alto, além de elementos que refletem o universo poético da atriz, que construiu uma trajetória no teatro, no cinema e na televisão.
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A composição visual da moradia reúne diferentes referências culturais e afetivas. Os objetos descritos na reportagem ajudam a compreender a relação da artista com a literatura, as artes visuais e as histórias acumuladas ao longo de sua trajetória profissional.
Quais elementos compõem a decoração do imóvel da artista?
- Livros que fazem parte do acervo pessoal da atriz
- Fotografias e telas que integram a composição dos ambientes
- Cartazes relacionados ao universo cultural
- Discos que compõem o acervo da artista
- Plantas e imagens presentes na decoração do apartamento
Qual é a relação da casa com o legado de Héctor Babenco?
O apartamento faz parte da trajetória de Bárbara Paz, cuja história pessoal e profissional foi profundamente marcada pela convivência com o cineasta. Babenco, diretor de obras como Carandiru e Pixote: a Lei do Mais Fraco, conheceu a atriz em 2007, e os dois mantiveram uma relação até a morte dele, em 2016. O casal se casou em 2010 e também compartilhou projetos artísticos.
A relação entre os dois ganhou continuidade por meio do documentário Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, dirigido por Bárbara. A produção reúne registros da vida do cineasta e momentos da convivência entre os dois. O filme estreou mundialmente no Festival de Veneza, em 2019, onde recebeu o prêmio de melhor documentário da seção Venice Classics.
Em entrevista ao Gshow, a diretora contou que montou uma ilha de edição em um dos cômodos de sua casa, no Leblon, no Rio de Janeiro, para trabalhar na finalização do longa-metragem. A artista também descreveu o processo como uma experiência emocional ligada à perda do companheiro. A reportagem, porém, não confirma que esse espaço de edição fosse o mesmo apartamento localizado em São Paulo.

O que representa esse refúgio na trajetória da artista?
A residência em São Paulo integra uma carreira marcada por trabalhos no teatro, no cinema e na teledramaturgia. Ao longo dos anos, Bárbara também ampliou sua atuação para a direção cinematográfica, consolidando uma trajetória que reúne diferentes formas de expressão artística.
O acervo descrito pela revista 29HORAS revela a presença de livros, fotografias, telas, cartazes, discos, plantas e imagens no apartamento. Esses elementos ajudam a retratar o ambiente pessoal da artista e sua relação com a cultura. Embora não haja confirmação de que o imóvel seja utilizado atualmente para leituras dramáticas ou reuniões de criação, a descrição publicada permite compreender como referências artísticas fazem parte da composição de seu espaço residencial.
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