Campanha e aliados de Flávio elevam tom e ligam Lula a fraudes no INSS

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RN) iniciou uma ofensiva nas redes e pretende explorar ainda mais o caso envolvendo o ex-assessor especial de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.
A ideia é usar o pagamento feito pela empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, a Marcola para reforçar a ideia de que o presidente sabia das fraudes do INSS e está envolvido no esquema.
Em nota, Marcola disse que fez um empréstimo com Luchsinger, investigada pela PF (Polícia Federal).
Desde que a história veio à tona, Flávio já publicou ao menos dois vídeos relacionando o caso a Lula. O último, feito com Inteligência Artificial, diz que a corrupção chegou ao gabinete presidencial.
“O receptor é ninguém menos que o braço esquerdo de Lula e sucessor de Gilberto Carvalho. A corrupção sempre perto de Lula”, diz o vídeo.
A tropa de choque do senador já foi escalada para elevar o tom e adotar a mesma ofensiva nas redes. O foco é mostrar que o esquema está ainda mais perto do presidente da República.
“Essa é a maior bomba que, se o Brasil tiver o mínimo de bom senso, a campanha do Lula tem que ser retirada imediatamente. Nós estamos falando do gabinete do presidente recebendo dinheiro desviado dos roubos do INSS”, disse o deputado federal Gustavo Gayer.
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Folha de São Paulo



