Política

Economista de Zema defende divisão da Petrobras e choque fiscal em tour por entidades empresariais

Coordenador da parte econômica do programa de governo de Romeu Zema (Novo), Carlos da Costa está fazendo um tour por entidades empresariais para apresentar as propostas do pré-candidato à Presidência.

Nos últimos dias, esteve na CNI (Confederação Nacional da Indústria), na Câmara de Comércio França-Brasil e na Associação Comercial de São Paulo.

Ex-secretário de Produtividade do Ministério da Economia na gestão de Paulo Guedes, ele tem debatido o endividamento do setor produtivo, especialmente para pequenas e médias empresas.

Costa defende uma versão emergencial do Pronampe, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. “Temos que resgatar companhias viáveis, mas que estão virtualmente quebradas apenas pelo endividamento”, diz ele.

Outro tema é o futuro da Petrobras, que Zema promete privatizar. Costa diz que a ideia é dividir a estatal em empresas menores, fazendo os compradores assumirem o compromisso de expandir o refino.

O economista também tem reunido sugestões para aperfeiçoar a reforma tributária. “São muitas alterações capazes de melhorar significativamente a reforma, fazendo com que ela realmente simplifique o sistema de impostos e não pressione o caixa das empresas.”

Ele prevê que se for feito um choque fiscal no valor de 2% do PIB, aliado à privatização de Petrobras e Banco do Brasil, os juros cairão rapidamente para 6%.


LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.

Folha de São Paulo

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo