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Exército israelense diz ter plano para retirar civis da Faixa de Gaza; Netanyahu fala em ‘vitória total’

Não é só a fome. O chefe dos Médicos Sem Fronteiras, Christopher Lockyear, disse que os ataques israelenses constantes a hospitais impede o cuidado a vítimas. Ele diz ser comum crianças de cinco anos pedirem para morrer, ao passarem por amputações sem anestesia e verem familiares mortos.

A maioria dos cerca de 30 mil mortos em Gaza é de mulheres, crianças e adolescentes. Muitos dos sobreviventes não possuem mais familiares vivos em Gaza. 

“É uma guerra de punição coletiva, uma guerra sem regras, uma guerra a todo custo”, disse Lockyear.

Em Ramallah, o premiê palestino Mohammad Shtayyeh renunciou ao cargo alegando “impotência” diante do massacre em Gaza e as violações em Jerusalém Oriental e na própria Cisjordânia. 

Os EUA afirmaram ainda que negociações para um cessar-fogo avançaram na sexta-feira em Paris e é possível uma pausa de seis semanas para troca de prisioneiros e entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.

Matéria: UOL Notícias

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