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Gal Costa foi a gata que, há 30 anos, fez a caretice ‘subir no telhado’ com show moderno, arrojado e teatral | Blog do Mauro Ferreira

Ao som de Liebestod (Richard Wagner), música da ópera Tristão & Isolda (1859), toda uma ambiência teatral era construída enquanto Gal começava a seguir roteiro que incluiu citação de Dê um rolê (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1971), a lembrança de Solitude (Duke Ellignton, Eddie DeLange e Irving Mills, 1934, em versão de Augusto de Campos, 1977), o canto do fado Não é desgraça ser pobre (Norberto de Araújo, 1953) – standard do repertório da cantora portuguesa Amália Rodrigues (1920 – 1999) – e o samba Quando bate uma saudade (Paulinho da Viola, 1989). No canto deste samba, a tela à frente dos músicos subia, revelando e iluminando a banda, em número inebriante.

Matéria: G1 POP & Arte

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