Economia

Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta

Ibovespa hoje

Confira as últimas dos mercados

update 8h15

Corte de gastos é solução temporária para problema fiscal, diz cotado para assumir Fazenda sob Flávio Bolsonaro

O economista Marcelo Kayath, um dos cotados para assumir o Ministério da Fazenda em um eventual governo Flávio Bolsonaro (PL), defendeu nesta quarta-feira que o problema fiscal do Brasil não vai ser resolvido apenas com corte de gastos e afirmou que essa “parada de arrumação” é algo temporário para o país voltar a crescer. “O problema do Brasil só vai ser resolvido com o crescimento. O problema fiscal do Brasil não vai ser resolvido com corte de gasto”, disse Kayath em entrevista à CNN Brasil. “Corte de gasto, parada de arrumação… é uma coisa temporária pra gente ajustar as contas e dar as condições para o Banco Central cair (sic) os juros e a partir daí a gente arrumou de novo o carro, a gente volta a acelerar”, acrescentou. Kayath destacou que essa ação poderá levar daqui a um a três anos o país, dependendo das condições, a começar a crescer de 3% a 4%. “Aí sim vamos ter solução mais permanente para nosso problema fiscal”, frisou. Na entrevista, o economista e ex-diretor do Credit Suisse ressaltou ainda que só cortar não vai resolver o problema. Ao dizer que é algo temporário, ele fez uma analogia com ir ao dentista, afirmando que ninguém gosta, é chato, mas depois vai trazer prosperidade, oportunidade, emprego e renda.

update 8h12

Barris de petróleo saltam 5% com tensões no Oriente Médio

O petróleo sobe forte nesta quinta-feira, com as preocupações em torno do Oriente Médio mantendo os mercados em alerta, após relatos de que os Estados Unidos estariam avaliando a realização de operações militares de grande escala contra o Irã nas próximas semanas. Os contratos futuros do Brent, referência internacional do petróleo, para entrega em dezembro avançavam 3,10%, para US$ 103,31 por barril.

  • Petróleo WTI, + 5,12%, a US$ 92,80 o barril
  • Petróleo Brent, +5,12%, a US$ 105,33 o barril
update 8h08

Mercados da Ásia encerram dia com perdas

Na Ásia, o índice Nikkei 225, do Japão, fechou em queda de 1,42%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 2,62%. Na Austrália, o índice de referência S&P/ASX 200 perdeu 0,77%, enquanto o CSI 300, da China continental, caiu 1,09%. O índice chinês reabriu com forte queda após uma semana de feriados (a Semana Dourada), um dos mais importantes para a região. Os rendimentos mais elevados dos títulos têm reduzido o apetite dos investidores por ações nas últimas semanas, especialmente nos segmentos mais sensíveis ao aumento dos custos de financiamento. O setor industrial, por exemplo, é o de pior desempenho acumulado nesta semana, refletindo as preocupações do mercado com juros elevados por um período mais prolongado.

  • ASX 200 (Austrália): -0,77%
  • Nikkei (Japão): -1,42%
  • Nifty 50 (Índia): -1,73%
  • Hang Seng (Hong Kong): -1,43%
  • Shanghai Composite (China): -0,79%
update 8h05

Bolsas da Europa têm fortes perdas

Na Europa, as bolsas abriram em baixa nesta quarta-feira. Pouco após a abertura dos negócios, o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 0,4%, refletindo o aumento da cautela dos investidores diante da alta dos preços do petróleo, dos rendimentos dos títulos públicos e das tensões geopolíticas no Oriente Médio. “O que se observa nos bancos europeus é essa crescente crise da dívida do euro, que está pesando sobre as expectativas de crescimento, em um momento em que os preços da energia estão elevando as expectativas de inflação e o BCE não vai conseguir intervir de forma a trazer alívio ao mercado”, disse Ipek Ozkardeskaya, analista sênior da Swissquote.

  • STOXX 600: -1,07%
  • DAX (Alemanha) :-1,14%
  • FTSE 100 (ReinoUnido): -0,58%
  • CAC 40 (França): -1,04%
  • FTSEMIB (Itália ): -1,47%
update 8h02

EUA: índices futuros recuam com forte alta do petróleo

Os futuros do S&P 500 operam em queda após o índice recuar na sessão anterior, após recorde na semana. A alta dos preços do petróleo provocou uma nova rodada de vendas de títulos e ações, já que nem mesmo um lucro recorde da fabricante de chips Samsung Electronics Co. foi suficiente para estimular a demanda por ativos de maior risco. O petróleo Brent avançou mais de 3%, superando os US$ 103 por barril, após uma reportagem contestar a percepção amplamente difundida de que o presidente Donald Trump evitaria escalar o conflito com o Irã antes das eleições legislativas de meio de mandato. Os rendimentos dos títulos soberanos também subiram, com o yield do Treasury de 10 anos avançando quatro pontos-base, para 5,32%. Já o prêmio dos títulos franceses de 10 anos em relação aos equivalentes alemães aumentou para 140 pontos-base.

  • Dow Jones Futuro: -0,94%
  • S&P 500 Futuro: -0,55%
  • Nasdaq Futuro: -0,81%
update 8h00

Abertura de mercados

A primeira pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve concentrar as atenções dos investidores nesta quinta-feira, dia marcado no exterior por uma queda nos principais índices de ações em meio ao agravamento das tensões nos mercados de títulos soberanos com a disparada nos preços do petróleo e do gás e relatos de que algumas grandes empresas de tecnologia buscavam captar bilhões em dívidas, competindo diretamente por financiamentos limitados. Na corrida eleitoral, o Datafolha divulga sua primeira pesquisa sobre o segundo turno da eleição após o primeiro turno do pleito no último domingo, no qual Flávio Bolsonaro terminou à frente de Lula, em um resultado não previsto pelos levantamentos dos principais institutos, o que levou a um rali nas ações brasileiras e a uma queda do dólar no início da semana, embora posteriormente parte dos ganhos e da queda da divisa norte-americana tenha sido revertida nos dias seguintes. Os preços do petróleo subiam e pesavam no sentimento dos mercados no exterior em meio a ataques a navios no Golfo Pérsico, o que aumentava as tensões nos mercados de títulos e levava as ações europeias próximas a seus menores patamares em três meses. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem com perdas

Investidores em Wall Street seguiram com os olhos virados para os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, que estão mais altos hoje. “As ações ficaram mais baratas desde janeiro, o que é irônico, já que estamos atingindo máximas históricas”, disse à CNBC Nancy Tengler, CEO e CIO da Laffer Tengler. “Não me incomoda a compressão de múltiplos, porque isso me indica que este mercado em alta é sustentável e o prolonga. Gosto da nossa posição atual neste mercado em alta, e o crescimento dos lucros, em última análise, impulsiona o desempenho do preço das ações”. Os mercados ainda receberam a ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve, que mostrou que o Comitê quer mais uma alta ao menos das taxas de juros.

Dia (%)Pontos
Dow Jones-0,6651.179,22
S&P 500-0,227.801,73
Nasdaq-0,2227.538,69
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam ontem com altas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,4410,013
DI1F2812,6050,005
DI1F2912,435-0,010
DI1F3112,6000,040
DI1F3212,7000,035
DI1F3312,7500,040
DI1F3412,7700,060
DI1F3512,7750,045
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,70%

O dólar comercial voltou a subir diante ao real, após três baixas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,44%, aos 102,28 pontos.

  • Venda: R$ 5,011
  • Compra: R$ 5,010
  • Mínima: R$ 4,982
  • Máxima: R$ 5,016
update 7h48

Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
NATU3-9,037,35
EMBJ3-5,1189,34
HAPV3-4,598,52
ASAI3-4,4312,07
BBDC4-3,6821,96

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
MGLU35,099,71
TEND34,8930,26
CURY34,7732,27
MBRF34,1018,53
COGN33,902,93

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
BBDC4116.400-3,68
B3SA386.579-1,54
ITUB483.050-2,66
BPAC1179.571-2,52
PETR476.2460,95
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,74%, aos 204.302,33 pontos

  • Máxima: 206.877,47
  • Mínima: 204.176,12
  • Diferença para a abertura: -1.532,96 pontos
  • Volume: R$ 56,80 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (5): +7,70%
  • Terça-feira (6): -0,52%
  • Quarta-feira (7): -0,74%
  • Semana: +6,34%
  • Outubro: +9,64%
  • 4T26: +9,64%
  • 2026: +26,80%

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