Economia

Itaú BBA corta preço-alvo, com ‘persistente baixa nos volumes negociados’

O lucro líquido atribuído aos acionistas, que exclui itens não recorrentes, ficou em R$ 915,5 milhões, uma queda de 8,8% em 12 meses e de 14,8% no comparativo trimestral.

As receitas totais da B3 no quarto trimestre de 2023 somaram R$ 2,493 bilhões, número 2,9% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior e 0,1% superior ao do terceiro trimestre. Segundo o relatório, a queda na receita da B3 reflete o desempenho dos derivativos de câmbio, compensada, em parte, pelas receitas de juros somadas em moeda nacional. Os juros também foram apontados como responsáveis pela dificuldade de uma “recuperação consistente” no segmento de ações e instrumentos de Renda Variável durante o 4° tri.

Entre os destaques positivos, a companhia destaca a alta de 5,5% do saldo na depositária de renda variável, o que demonstra que o valor de mercado das empresas subiu no período.

Em derivativos listados, a B3 também destacou que o volume médio diário negociado (ADV) totalizou 6,2 milhões de contratos, valor maior em 4,8% em relação ao 3° tri e 35,7% ao 4° Tri de 2022, principalmente em função do bom desempenho de contratos de taxas de juros em Real.

Já no segmento de balcão da B3, as taxas de juros mais altas seguiram favorecendo o aumento de volumes, com alta de 14,3% no estoque de instrumentos de renda fixa e de 26,4% no estoque do Tesouro Direto em relação ao mesmo período de 2022.

No 4T23 da B3, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) caiu 10,3%, para R$ 1,45 bilhão, se comparado com os três meses anteriores, e apresentou um recuo de 9,8%, na comparação anual. A margem Ebtida caiu para 65,1% no quarto trimestre, de 70,5% no mesmo intervalo de 2022 e de 72,3% no terceiro trimestre.

Matéria: UOL Economia

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