Política

Podcast analisa articulação política do governo e promessa de nova estratégia de Lula

O presidente Lula (PT) mudou na semana passada a estratégia da articulação política, com a promessa de reuniões semanais com líderes do governo no Congresso. A promessa é que, depois de duras derrotas recentes, ele atue nessa área. No primeiro encontro com esse objetivo, ele fez um balanço e definiu as agendas prioritárias para o Planalto em junho.

Essa não é a primeira vez neste mandato que Lula promete se aproximar de deputados e senadores —agora, ele teria sinalizado disposição de participar também de reuniões com presidentes e líderes dos partidos da base do governo. Lula tem dificuldades na articulação desde que assumiu, e o ministro Alexandre Padilha é alvo de críticas frequentes.

No Planalto, há a leitura de que a gestão tem limites para atuar com um Legislativo conservador. À Folha o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP) disse que o “pacto de governabilidade” com siglas da centro-direita não envolve pautas de costumes e que o Planalto deve focar temas econômicos. Mas mesmo nessa agenda há crises: a mais recente envolve a medida provisória que altera regras do PIS/Cofins.

O episódio desta segunda-feira (10) do Café da Manhã discute o momento da articulação política do governo, com a promessa de Lula de agir mais nas negociações. O jornalista e analista político Thomas Traumann analisa os limites e os desafios que o Planalto tem no Congresso, os interesses de Câmara e Senado na articulação e o que significa tudo isso em um ano eleitoral.

O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente.

O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelos jornalistas Gustavo Simon e Magê Flores, com produção de Carolina Moraes e Lucas Monteiro. A edição de som é de Thomé Granemann.

Folha de São Paulo

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