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Prefeitura de SP deve assumir linhas de ônibus de empresas alvos do MP

Trabalhadores serão mantidos e usuários não prejudicados. Miranda destacou ainda a que fará uma reunião para saber como será a atuação da prefeitura, mas que a ideia —pelo menos, por enquanto— é o da não substituição do operador.

“A gente não deslumbra, neste momento, qualquer substituição de operador. Muito pelo contrário. A gente tem pessoal capacitado na São Paulo Transporte. E, neste caso, a gente vai fazer uma reunião para sabermos como atuar a partir do comando judicial, a administração operacional dessas empresas”, disse ele.

São quatro mandados de prisão e 52 de busca e apreensão. A Justiça determinou bloqueio de mais de R$ 600 milhões em patrimônio. Em um dos imóveis, os agentes encontraram fuzis, dinheiro e joias. 41 alvos são da cidade de São Paulo e os demais são de Barueri, Cotia, Guarujá, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Itaquaquecetuba, Itu, Mauá, Santana de Parnaíba, São Bernardo do Campo e São José dos Campos.

Entre os presos hoje estão Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como “Pandora”, dono da Transwolff, e Robson Flares Lopes Pontes, dirigente da Transwolff. O primeiro foi detido em casa, enquanto o segundo estava na garagem da empresa. A polícia também prendeu Joelson Santos da Silva. Um mandado de prisão ainda não foi cumprido.

Outro homem foi preso em flagrante por porte ilegal de armas. Elio Rodrigues dos Santos não era alvo da operação. A reportagem tenta contato com a defesa de todos os citados. O espaço está aberto em caso de manifestação.

A Receita Federal identificou a utilização de diversos esquemas tributários para lavagem de dinheiro do crime organizado. Mesmo em anos em que registravam prejuízos, as empresas alvo da operação distribuíam ganhos milionários a seus sócios, segundo a Receita.

Matéria: UOL Notícias

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