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Quem são os empresários presos pela PF hoje

Fui naquela euforia. Confesso que eu não deveria ter ido. Deu muito errado. Eu jamais imaginava aquilo. Em qual país isso deu certo? Destruir o Congresso, Supremo, isso só ia aumentar a nossa conta. Destrói tudo agora e volta o Bolsonaro? É de uma estupidez muito grande.
Joveci Xavier de Andrade, na CPI do DF sobre o 8/1L

Voto em Lula em outra ocasião e defesa da democracia. Ao confirmar a visita ao acampamento, o empresário afirmou torcer por um bom governo para Lula e já ter votado nele em outra ocasião. “Acredito na nossa democracia e na divergência de pensamentos. Sou um democrata. Eu torço pelo presidente Lula, que foi eleito democraticamente e jamais torceria contra, não quero que o país quebre. O trabalhador é quem compra na minha loja. Vi gente se posicionando contra o governo e o trabalhador, sou contra isso. Já até votei nele em outra ocasião. Mas tenho o direito de protestar.”

O outro preso é Adauto Lúcio de Mesquita. Em maio do ano passado, ele divergiu do sócio Joveci e confirmou ter ajudado a “pechinchar” o aluguel do trio elétrico. Mas disse que fez apenas três doações quando esteve no acampamento, duas de R$ 100 e uma de R$ 1.000.

Eles estavam negociando e eu falei para fazer um preço melhor. Sou o comprador na minha empresa, sei pechinchar. Tenho habilidade para negociar. Não paguei um centavo.
Adauto Lúcio de Mesquita, na CPI do DF sobre o 8/1

CPI do DF diz que eles mentiram nos depoimentos. Os pagamentos pelo trio elétrico e tendas usadas no acampamento dos manifestantes bolsonaristas em Brasília foram comprovados por quebras de sigilo bancário.

Relatório da comissão aponta que eles “confirmaram a presença no acampamento estabelecido em frente ao Quartel-General do Exército, no entanto, negaram ter realizado contratações de carros de som ou tendas”.

Matéria: UOL Notícias

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