Reino Unido pode restringir carnes do Brasil por uso de antimicrobianos

Um ofício enviado nesta semana pelo Ministério da Agricultura aos auditores fiscais agropecuários que atuam nas plantas sob inspeção federal reforçou que os procedimentos aplicados para atender à legislação da UE também se aplicam ao Reino Unido. As medidas valem para a certificação de carne de aves e seus produtos, carne bovina e seus produtos, carne de equinos, envoltórios, pescado, mel, ovos e ovoprodutos.
No caso da carne bovina, os auditores também devem verificar ainda “os certificados de transição de 100% dos lotes inicialmente classificados pelos estabelecimentos como aptos à exportação para a UE, conforme Protocolo de Segregação aprovado, sendo conferidos 10% do total dos animais presente em cada certificado, o qual deverá ser cotejado com o pré-sumário de abate emitido pelo sistema Sisbov juntamente com a Guia de Trânsito Animal (GTA) que também acompanha os animais”, diz o ofício.
Mesmo assim, permanecem aplicáveis todas as exigências de rastreabilidade, manutenção de registros e demonstração da elegibilidade dos produtos à certificação para a União Europeia e Reino Unido.As indicações não se aplicam a produtos como gelatina, colágeno, produtos altamente refinados, animais selvagens, entre outros.
Globo Rural



