Política

São Paulo atinge alarmantes 177.384 casos de dengue

Na sexta-feira, 8, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo anunciou que São Paulo acumulou 177.384 casos confirmados de dengue até o momento em 202r. Outros 151 óbitos ainda estão sendo investigados pela possibilidade de estarem vinculados à doença.

O centro de Operações de Emergências e a situação preocupante

A decisão de divulgar os dados foi tomada pelo Centro de Operações de Emergências (COE), um grupo coordenado pela secretaria. O alarme foi acionado após o estado ultrapassar a marca de 300 casos confirmados de dengue a cada 100 mil habitantes.

A situação na capital paulista

Na cidade de São Paulo, foram confirmadas três mortes e 41.013 casos da doença. Segundo a Prefeitura, os bairros com maior concentração de infecções são: Vila Jaguará, Parque São Domingos, Itaquera, Jaçanã, São Miguel Paulista, Vila Leopoldina, Anhanguera, Tremembé, Campo Limpo, Vila Maria, Guaianases, Lapa, Água Rasa, Lajeado e Vila Medeiros.

A vítima mais recente é uma mulher de 49 anos, moradora do distrito administrativo Capão Redondo/Campo Limpo. Seu quadro começou a se manifestar em 3 de março e ela foi atendida num hospital privado, vindo a falecer em 7 de março.

Vacinação contra a dengue no Estado de São Paulo

A vacinação contra a dengue teve início de forma gradual, a partir de 19 de fevereiro, em municípios do Estado de São Paulo. Infelizmente, dos municípios contemplados, apenas 11 são do estado: Guarulhos, Suzano, Guararema, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Poá, Arujá, Santa Isabel, Biritiba-Mirim, Salesópolis. A capital paulista, infelizmente, ficou de fora do programa de vacinação inicial.

Como se prevenir contra a dengue

Para prevenir a proliferação do mosquito transmissor da dengue, é essencial evitar qualquer tipo de reservatório de água parada, seja em uma caixa d’água aberta ou até mesmo em pequenos recipientes, como tampas de garrafas e vasos de planta. Além disso, deve-se limpar diariamente os bebedouros de água e secar as áreas que acumulam águas de chuva.

Apesar do cenário alarmante, a população deve continuar tomando os cuidados necessários para evitar mais casos da doença e, assim, conter a disseminação desse vírus que já afeta grande parte dos paulistas.



Matéria: O Antagonista

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