Se tiver alguma coisa errada contra Mendonça, a gente deixa de abraçar, diz Damares

O apoio da oposição ao ministro André Mendonça, que protagoniza uma guerra interna com Alexandre de Moraes dentro do STF, não é incondicional e poderia ruir caso alguma suspeita recaísse sobre o magistrado.
Essa é a leitura da senadora Damares Alves, que encampou ontem um avanço no debate sobre uma reforma do Poder Judiciário.
“Se tiver alguma coisa errada contra Mendonça, a gente deixa de abraçar”, disse Damares.
Em sua avaliação, Mendonça é alvo de uma perseguição dentro da Corte, encabeçada pelo grupo alinhado com Moraes dentro do STF.
“Hoje a gente sente ele perseguido, porque quis investigar. Se nos trouxerem provas de que ele cometeu algum ilícito, o abraço encerra. Hoje o vemos como vítima de perseguição, de vingança”, afirmou a parlamentar bolsonarista.
“Se meu terrivelmente evangélico cometeu algum delito, lamento, vai responder perante Deus e a Justiça. Até agora tenho elementos para dizer que ele está no caminho certo”, completou.
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