Setor de proteína animal precisa de órgãos internacionais funcionando e mercados abertos, diz ApexBrasil

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Müller, disse nesta quarta-feira (05/08) que o Brasil e o setor de proteína animal vivem atualmente em um cenário de “instabilidade e fragmentação”, que “não interessam” ao país e à cadeia produtiva. Em apresentação durante o Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs), em São Paulo (SP), Müller defendeu as instituições multilaterais e o livre mercado.
“Queremos estabilidade e unidade, queremos a OMC (Organização Mundial do Comércio) funcionando, a OMSA (Organização Mundial de Saúde Animal) funcionando, que países reconheçam nosso status sanitário, mais acordos, abertura de mercados, redução de tarifas, não ter cotas e ter mercado livre ou ter mais cotas. Pela nossa competitividade nas proteínas, queremos estabilidade e união”, afirmou.
Globo Rural



