Economia

Shein anuncia expansão e investe para atrair 2 mil lojas do RJ

Investimento em logística

Os produtos comercializados no marketplace são enviados pelo vendedor até o centro de distribuição da Shein. Lá, os produtos são agrupados e enviados ao destino. Isto significa que se o consumidor comprou quatro peças em lojas diferentes, elas devem chegar ao mesmo tempo, no endereço de entrega. Isto faz com que a Shein consiga economizar com os custos logísticos.

No começo da operação, o custo com os parceiros logísticos é muito alto. Por isso a gente escolhe onde investir. Financeiramente é um valor alto para a gente arcar com esse custo inicial. Focamos agora nessa expansão no Rio de Janeiro, consciente disso, de que o custo logístico não é o mais eficiente possível nesse momento.
Raul Jacob, diretor de marketplace da Shein

A marca não tem pretensão de abrir centros de distribuição em outros estados por enquanto. Hoje, a Shein tem três centros localizados em Guarulhos (SP).

A Shein tem quatro parceiros logísticos para a coleta dos produtos nos vendedores: Anjun, Pegaki, Imile e Drops. Para o processo de entrega, a empresa trabalha com Correios, Loggi, Moove+, Total Express, Anjun, Imile, J&T e Jadlog. Todo o investimento da empresa está sendo feito nos parceiros de coleta de mercadorias.

Investimento no Brasil

A aposta da Shein no marketplace no Brasil não foi por acaso. Concorrência e a resposta do público à marca foram o que motivaram a empresa adotar esta estratégia de negócio e hoje a meta é aumentar o número de vendedores locais. A expectativa da Shein é que, até o final de 2026, cerca de 85% de suas vendas sejam locais, tanto de fabricantes (produção local) como de vendedores nacionais (marketplace). Hoje o marketplace representa 55% de todas as vendas da Shein.

Matéria: UOL Economia

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