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Tênis sul-americano comemora ressurreição enquanto busca novo astro

– “Estamos muito próximos” –

O ambiente nas competições realizadas na América do Sul, com algumas semelhanças com a alegria vivida nos estádios de futebol, também fez com que ícones do tênis como o alemão Boris Becker e o britânico Andy Murray pedissem que a região recebesse mais eventos de categoria superior.

Mas a renovação parece – pelo menos por enquanto – longe do nível de lendas como Gustavo Kuerten e o chileno Marcelo Ríos, ou de jogadores do Top 5 como os argentinos Guillermo Coria, Juan Martín del Potro, Gastón Gaudio e David Nalbandian.

Del Potro foi o último sul-americano a vencer um Grand Slam (US Open 2009) e um Masters 1000 (Indian Wells 2018).

“Claramente não somos a legião em que havia sete, oito jogadores no Top 20, no Top-30, mas acho que vamos produzir muitos jogadores no Top 100, muitos jogadores no Top 200. Somos protagonistas de quase todos os Challengers no saibro”, disse Francisco Cerúndolo, 25 anos.

“Depois, sermos mais limitados ou não que um Top 10, ou um Top 5, também tem muito a ver com a natureza. Algumas pessoas nascem com essas qualidades, outras trabalham muito mais e por isso também se sobressaem. Também estamos muito próximos, não a quilômetros, estamos a dez posições”, acrescentou.

Matéria: UOL Notícias

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