Economia

TRT-2 mantém demissão de bancário da Caixa por assediar menor aprendiz

Depoimentos reforçaram denúncia. Testemunhas confirmaram a versão da menor aprendiz e apontam que o bancário já havia sido advertido, após um processo administrativo, por conduta inapropriada de cunho erótico voltada aos pés de uma cliente do banco. Outras mulheres, como funcionárias terceirizadas e outras clientes, reclamaram sobre as abordagens de conotação sexual do bancário, que manteve o assédio, apesar de advertido verbalmente por colegas e gestores.

Magistrado aponta fetiche de bancário. O juiz Vitor Pellegrini Vivan apontou que “o autor foi reincidente em sua investida com conotação sexual” contra a menor aprendiz, “advinda de um fetiche sexual sendo identificado como um podólatra, que tem interesse sexual provocado pelos pés”.

Quebra de confiança na relação de trabalho. O magistrado disse que o comportamento do bancário provoca “ruptura imediata da confiabilidade da empresa para com o empregado”, “de modo a não ser mais possível a continuidade da relação mantida entre as partes, havendo proporcionalidade entre a falta praticada e a punição aplicada”.

O UOL procurou a Caixa Econômica para posicionamento sobre o caso. O espaço segue aberto para manifestação.

Matéria: UOL Economia

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