Economia

Vale (VALE3) está em discussões avançadas com governo sobre condições para investimentos em ferrovias

Também nesta quarta-feira (3), a Vale informou que tomou conhecimento sobre uma decisão do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), que suspendeu a liminar que autorizava o funcionamento da Mina de Onça Puma.

Em fevereiro de 2024, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Pará (Semas) havia suspendido a licença de operação (LO) da mina, alegando descumprimento de condicionantes ambientais.

“Após a decisão da Semas, a Vale ajuizou Tutela Provisória de Urgência, tendo o juízo de primeira instância de Ourilândia, em 26 de fevereiro de 2024, restabelecido a vigência e validade da LO. Em 1º de março, o Estado interpôs recurso de agravo de instrumento para o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que proferiu a decisão de hoje, suspendendo a decisão de primeira instância e, por conseguinte, suspendendo a LO”, informou a Vale, acrescentando que “adotará as medidas judiciais cabíveis para buscar reverter a decisão perante o TJPA, assim como nos tribunais superiores em Brasília”, informou.

Vale (VALE3): casas divergem sobre perspectivas; entenda

Em relatório divulgado no início da semana, a XP (XPBR31) informou que excluiu os papéis da Vale da carteira de abril, conta da queda nos preços do minério de ferro.

Em contrapartida, o Santander (SANB11) ressaltou que embora a tese de investimento da mineradora continue altamente dependente da China, acredita que a Vale deve ser beneficiada por uma melhora do cenário para o minério de ferro nos próximos meses. O banco ainda reforçou a empresa como ‘top pick’ do setor de siderurgia e mineração.

Matéria: UOL Economia

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