Economia

veja lista de alimentos que não terão impostos

Esses são os alimentos que terão redução da CBS:

  • Leite fermentado, bebidas e compostos lácteos;
  • Sal mineralizado;
  • Mel natural, mate, farinhas de outros cereais, amido de milho e tapioca;
  • Óleos de palma, girassol, cártamo, algodão e canola e coco;
  • Massas alimentícias recheadas;
  • Sucos naturais de fruta ou de produtos hortícolas sem adição de açúcar, adoçantes ou conservantes;
  • Polpas de frutas sem adição de açúcar, adoçante ou conservante.

O Brasil é um país de dimensão continental, então nós devemos realmente priorizar os costumes de cada região. [Para ser saudável], tudo vai depender da quantidade da combinação dos alimentos.
Nutricionista Viviana Navarro, pós-graduada pela UFRJ e com especialização em Modulação Intestinal

Isenção de impostos pode ajudar a combater obesidade. Um estudo da Fiocruz mostrou que até 2044, 48%, ou seja, metade dos adultos brasileiros, viverá com obesidade. De acordo com a nutricionista Viviana Navarro esse é um dado alarmante uma vez que a opesidade “é uma inflamação do organismo que pode gerar doenças como diabetes e hipertenção arterial”. A inclusão de alimentos tidos como saudáveis na isenção de impostos é vista por ela como algo positivo nesse sentido.

Azeite extra virgem fica fora da lista. Alimento tido como mais saudável que o óleo de coco pela nutricionista ficou fora dos selecionados para ter alíquota zero. Alimento é um dos vilões do supermercado uma vez que de fevereiro de 2023 a fevereiro de 2024, os preços médios da garrafa de 250 ml subiram 51,4%, e os da garrafa de 500 ml aumentaram 43%.

Carne entra na cesta básica

Em uma reviravolta ocorrida durante a votação, os parlamentares decidiram que a carne, o frango e outras proteínas também tenham imposto zerado. Encampado pela FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), o PL apresentou um destaque para incluir as proteínas. Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, e a equipe econômica do governo eram contrários.

Matéria: UOL Economia

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