Economia

veja quatro investimentos melhores que apostas

Por que investir invés de apostar?

A internet está repleta de conteúdos sobre enriquecimento rápido. Não são apenas jogos de cassino, como o Fortune Tiger, mas também diversos cursos sobre como enriquecer. Há ainda dicas sobre investimentos que garantem retornos expressivos em poucos dias, mas que na realidade não passam de golpe, segundo Felipe Fonkert Ramos, sócio e executivo da Inove Investimentos.

Além de causar endividamento e vício, o jogo de azar é crime. Isso faz com que o jogo do tigrinho seja ilegal, pois os resultados são determinados por um algoritmo, que depende principalmente da sorte.

Já as aplicações financeiras são completamente diferentes de apostas e jogos de azar. “Investimento é o que causa o crescimento da economia, o que enriquece a sociedade. Investimento não é um jogo, pois todos ganham. O investimento e direcionamento correto é o que diferem as economias ricas das pobres. O jogo tem por característica implícita ter ‘soma zero’, ou seja, o que uns ganham é exatamente a soma que outros perdem. O jogo é, na verdade, um desvio de finalidade das poupanças”, explica o economista e presidente da Associação Brasileira de Investidores, Aurélio Valporto.

O imediatismo é o arqui-inimigo dos investimentos e a forma mais rápida de enriquecer é e sempre será trabalhando duro. Investir pode fazer seu capital se multiplicar, mas é uma maratona e não uma corrida de 100 metros. O segredo para não cair em golpes é entender o mínimo do sistema financeiro nacional. Primeiro veja a Selic, que atualmente está em 10,50% ao ano. Qualquer coisa muito acima disso ou tem bastante risco, ou é golpe.
Felipe Fonkert Ramos, sócio e executivo da Inove Investimentos

Infelizmente, a grande maioria dos que embarcam nesses jogos perdem suas economias. Os R$ 100 que um jogador perde nesses jogos online, que são levados para fora do país, seriam suficientes para se iniciar uma carteira de ações.
Aurélio Valporto, economista e presidente da Associação Brasileira de Investidores

Matéria: UOL Economia

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