Política

37,6% ligam caso Master a aliados de Lula; e 36%, de Bolsonaro

Divulgada nesta quinta-feira (2/7), a pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg aponta que 37,6% dos eleitores brasileiros acreditam que os aliados do presidente Lula (PT) estão mais envolvidos com o caso Master. O percentual forma um empate técnico com os 36% dos entrevistados que atribuem o escândalo aos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Para 17,1%, todos os grupos políticos estão igualmente implicados no esquema. Já 6,1% acreditam que o Centrão é o principal envolvido. Os indecisos somam 3,1%.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Ver todas as newsletters

Envolvimento de petista

A pesquisa também perguntou aos eleitores se eles ficaram sabendo das investigações que envolvem o senador Jaques Wagner (PT), ex-líder do PT (Partido dos Trabalhadores) no Senado, e o caso Banco Master.

Aqueles que acompanharam de perto o caso somam 71,4%, já os que ouviram falar, mas sabem poucos detalhes são 22,5%, enquanto 6,1% afirmam não ter conhecimento do que se trata.

O nome do senador foi incluído no questionário da pesquisa após a Polícia Federal investigar um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques e suas empresas com outros nomes conectados ao Banco Master.

Após a deflagração da operação em 18 de junho, Jaques Wagner deixou a liderança do governo no senado após reunião com o presidente Lula.

“Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado”, disse o congressista.

Metodologia

A pesquisa Atlas/Bloomberg entrevistou 4.999 eleitores entre 26 e 30 de junho. A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04582/2026.


Metrópoles

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo