Política

A disputa e o acordo por trás da reconciliação entre Benedita e Quaquá

Depois de ter feito críticas etaristas à candidatura de Benedita da Silva (PT-RJ) ao Senado, o vice-presidente nacional do partido de Luiz Inácio Lula da Silva e prefeito de Maricá, Washington Quaquá (RJ), surpreendeu ao voltar atrás e declarar voto na correligionária. Mas, o plot twist não ocorreu por acaso.

Quaquá reviu a posição de olho na coordenação da campanha de Lula no Rio, posto no qual foi oficializado nesta quarta-feira.

Para ser o indicado, o prefeito de Maricá foi previamente orientado por correligionários e aliados de outros partidos a colocar panos quentes na contenda que ele mesmo criou.

Até mesmo Eduardo Paes e Pedro Paulo (ambos do PSD) pediram para que ele revisse as críticas a Benedita, em nome de um palanque mais tranquilo.

Depois de ter recebido a decana petista nesta terça-feira em sua residência, onde fizeram as pazes, o prefeito de Maricá se dedicou a colocar abaixo um outro problema que se erguia, diante do seu comportamento intempestivo: os outros nomes que passaram a se colocar para a coordenação da campanha de Lula.

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Desta forma, Quaquá assumiu a coordenação, enquanto João Maurício, ex-presidente do PT Fluminense e que buscava a nomeação, ficou com a subcoordenação.

Dentro do partido, entretanto, ainda há quem tema os rompantes de Quaquá durante a campanha.

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