Andréa Beltrão passa por cirurgia de emergência: ‘6 semanas sem pisar no chão’

A atriz Andrea Beltrão precisou cancelar os compromissos profissionais que tinha agendados para as próximas semanas após ser submetida a uma cirurgia de emergência no pé esquerdo. Aos 62 anos, ela usou as redes sociais para explicar o motivo da ausência em eventos importantes do cinema brasileiro.
Na publicação, Andrea contou que estava escalada para apresentar, ao lado de Marieta Severo, o Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro, além de participar do Festival de Gramado, onde acompanharia a estreia do filme Antártida e seria homenageada por sua trajetória.
“Não deu pé. Estava tudo combinado, datas marcadas e confirmadas. Estaria ao lado da Marieta para fazer, na semana que vem, a apresentação do Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro (agora serei orgulhosamente substituída por minha irmã de ofício Silvia Buarque, e agradeço a ela); tudo também acertado com o Festival de Gramado para estar presente na sessão de estreia do filme ‘Antártida’ no dia 14 de agosto e, no dia seguinte, receber uma homenagem do festival por serviços prestados no nosso cinema exuberante. Estava feliz da vida. Mas eis que não deu pé”, escreveu.
Em seguida, a atriz explicou que convivia com dores havia anos, mas que o quadro se agravou recentemente, tornando necessária uma cirurgia de emergência.
“Uma dor que se arrastou por mais ou menos cinco anos explodiu, me tirou de combate, e na semana passada fui direto para a sala de emergência fazer uma cirurgia que de grave não tem nada, mas é dolorosa à beça e agora me obriga a ficar 6 semanas sem pisar no chão. Cadeira de rodas, etc. E quando puder usar muletas, vou comemorar. O nome do estraga-prazeres é pomposo: lesão osteocondral no dome do talus, e o tratamento é um auto-enxerto osteoarticartilaginoso, cuja sigla em inglês é OATS”, explicou.
Por fim, Andrea falou sobre o desafio de permanecer em repouso durante a recuperação e lamentou ter que abrir mão dos compromissos profissionais, mas demonstrou otimismo com o retorno às atividades.
“Para mim, que sou chamada de perereca pelo meu médico Alcino Affonseca, pois não paro quieta, é um exercício extraordinário ficar imóvel, de pé pra cima, atracada aos milagrosos analgésicos… Salve a penicilina e afins! Resignada, aguardo a recuperação deste meu pé esquerdo (título de filme, né?) enquanto lamento não estar presente nos compromissos. Mas é a vida que manda na gente. Vou em frente. Cuidadosa para voltar a nadar, jogar bola, correr na praia e usar salto alto quando bem entender. O resto é história”, concluiu.
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