Entretenimento

Herança de Gloria Maria: Entenda como funciona a gestão do patrimônio dos herdeiros

A gestão do patrimônio deixado pela jornalista Gloria Maria (1949-2023) para suas filhas, Maria Matta e Laura Matta, após seu falecimento em fevereiro de 2023, exemplifica as regras legais brasileiras sobre a administração de herança quando os herdeiros ainda não atingiram a maioridade. Com a morte da apresentadora do Globo Repórter, a responsabilidade pela administração dos bens das jovens ficou relacionada à tutela estabelecida em seu testamento. O instrumento jurídico permitiu que a jornalista manifestasse previamente sua vontade sobre quem cuidaria das herdeiras durante a menoridade.

Como funciona a gestão da herança para herdeiros menores

A gestão da herança de menores funciona por meio de um tutor legal nomeado em testamento. No caso de Gloria Maria, ela indicou quatro pessoas de sua confiança para exercer a tutela de suas filhas: Julia Azevedo, Bruno Astuto, Caio Nabuco e Regina Casé. O administrador da tutela gerencia os bens dentro dos limites estabelecidos pela legislação, além de cuidar de questões relacionadas à subsistência, educação e patrimônio das menores.

Leia Mais

A legislação brasileira estabelece regras específicas para a administração dos bens de pessoas menores de idade. No caso do inventário da comunicadora, a elaboração de um testamento prévio permitiu que ela indicasse pessoas de sua confiança para exercer a tutela das filhas, conforme sua vontade manifestada antes de sua morte.

Gloria Maria com as filhas, Maria e Laura Matta – Foto: Reprodução/Instagram @mariamattadasilva

A escolha do tutor das filhas de Gloria Maria

Gloria Maria indicou quatro pessoas de extrema confiança para exercer a tutela das filhas. Entre elas estão Julia Azevedo, Bruno Astuto, Caio Nabuco e Regina Casé, que tinham relação de proximidade com a jornalista e com as meninas. A escolha refletiu a preocupação da apresentadora com a continuidade dos cuidados e a estabilidade das filhas após sua morte.

A nomeação de pessoas que mantinham laços afetivos com as jovens também demonstrou a preocupação de Gloria Maria em deixar previamente definida a estrutura de cuidados para as filhas durante a menoridade. A tutela envolve não apenas questões patrimoniais, mas também responsabilidades relacionadas à criação e à educação das menores.

Gloria Maria com as filhas, Maria e Laura Matta - Foto: Reprodução / Instagram @mariamattadasilva
Gloria Maria com as filhas, Maria e Laura Matta – Foto: Reprodução / Instagram @mariamattadasilva

O que o tutor pode fazer com os bens da herança

A administração dos bens de menores segue regras específicas estabelecidas pelo Código Civil. O responsável pela tutela precisa cumprir obrigações e observar limites legais para preservar o patrimônio das jovens:

  • administrar os bens das menores e cuidar de sua subsistência e educação.
  • zelar pela conservação das residências e de outras propriedades.
  • solicitar autorização judicial para determinados atos, como a venda de imóveis pertencentes às menores.
  • prestar contas da administração dos bens nos termos determinados pela legislação e pela Justiça.

Essa fiscalização busca impedir a dilapidação do patrimônio acumulado durante a trajetória da comunicadora na televisão. Atos que ultrapassem os limites da administração ordinária dos bens podem depender de autorização judicial, conforme as regras previstas no Código Civil.

Gloria Maria com as duas filhas, Laura e Maria
Gloria Maria com as duas filhas, Laura e Maria – Foto: Reprodução / Instagram @mariamattadasilva

Qual a importância do testamento na sucessão patrimonial

A redação de um documento de vontade própria permite que os pais indiquem previamente quem deverá exercer a tutela dos filhos menores em determinadas situações. No caso de Gloria Maria, o testamento possibilitou que ela manifestasse sua vontade sobre as pessoas que deveriam assumir a responsabilidade pelas filhas após sua morte. O planejamento sucessório também pode organizar questões relacionadas à administração do patrimônio e à proteção dos herdeiros.

O representante atua em favor dos interesses das menores nas questões relacionadas à tutela, observando os limites estabelecidos pela legislação e pela Justiça. A administração dos bens deve priorizar a preservação do patrimônio e o atendimento das necessidades das herdeiras.

Quando o papel do administrador chega ao fim

O encerramento da tutela ocorre quando a menoridade termina, normalmente aos 18 anos. A partir da maioridade, a jovem passa a ter capacidade civil para administrar pessoalmente seus bens. Até esse momento, o responsável pela tutela deve observar as regras legais de administração patrimonial e prestar contas quando determinado pela Justiça, garantindo a proteção dos recursos pertencentes às herdeiras e a preservação do legado deixado por Gloria Maria.

+Siga os canais da CARAS Brasil no Instagram e no Whatsapp para receber as principais notícias dos famosos em tempo real: Clique aqui para seguir no Instagram e Confira aqui o canal no Whatsapp!





Caras

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo