Manifestantes depredam estações de metrô em ato de apoio a Lula na avenida Paulista

Manifestantes que participaram do ato de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo, 11, na avenida Paulista, em São Paulo, picharam e depredaram as estações de metrô Consolação e Trianon-Masp. Os participantes subiram nas estruturas de entrada das estações, escreveram frases como “Viva a Revolução” e quebraram grades. A movimentação aconteceu durante a dispersão do evento, organizado por associações de estudantes.
A ViaMobilidade, concessionária responsável pelas linhas de metrô em São Paulo, informou que fechou temporariamente a estação Trianon-Masp, por volta das 12h50, em razão da “grande concentração de pessoas” na manifestação. “A medida foi adotada para controlar o fluxo de passageiros e evitar uma concentração excessiva de pessoas nas plataformas, corredores e acessos da estação, localizada diante do principal ponto de concentração do ato”, explicou a empresa.
O ato, denominado Marcha pela Democracia, começou por volta das 11 horas. O presidente estava acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, do vice Geraldo Alckmin (PSB), do presidente do PT, Edinho Silva, de Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (Rede), candidatos a governador e senadora na chapa derrotada em São Paulo, e dos governadores Rafael Fonteles (Piauí), Jerônimo Rodrigues (Bahia) e Elmano de Freitas (Ceará).
Lula voltou a repetir o novo lema da campanha, “para o bandido, prisão”, defendeu a aprovação do projeto que acaba com a escala 6×1 de trabalho, que deve ser votado nesta semana no Senado, e pediu que a militância tente convencer quem não foi votar no primeiro turno a participar da eleição em 25 de outubro. Também criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro na pandemia.
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