A corrupção é e será tema central da campanha eleitoral

A corrupção é e será um tema central da campanha eleitoral. Ela o era ao tempo de Lacerda e JK.
Em 1960, cavalgando uma vassoura, Jânio Quadros elegeu-se presidente. Um ano depois, tentou dar um golpe de maluco e foi-se embora.
Em 1964 instalou-se a ditadura das propostas de Lacerda.
Cinco anos depois, terroristas roubaram um cofre na casa da namorada do ex-governador paulista Adhemar de Barros. A senhora disse que o cofre estava vazio e os generais acreditaram. Tinha US$ 2,5 milhões, o equivalente a US$ 22,75 milhões (R$ 118 milhões) em dinheiro de hoje.
Maus ventos
Em poucas semanas a economia nacional levou os trancos das recuperações judiciais da Braskem e da Casas Bahia. Em seguida, foi para a UTI a rede de lojas Habib’s.
Na terça-feira, pela segunda vez, a Justiça decretou a falência da Oi, que chegou a ser a maior operadora de telefonia fixa do país. Ela surgiu no festim privatista de 1998, com o nome de Telemar. No BNDES era conhecida como Telegang. No final do século passado foi uma das “campeãs nacionais”. Sobreviveu por dez anos na UTI da recuperação judicial.
LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.
Folha de São Paulo



