A história por trás da mansão em cenário de abandono em SP associada a Hebe Camargo

Marcello Camargo, único filho de Hebe Camargo (1929-2012), usou as redes sociais nesta terça-feira, 13, para se manifestar sobre vídeos que mostram uma antiga mansão em São Paulo, associada à família da comunicadora. Ele voltou a esclarecer a quem pertencia o imóvel e criticou as pessoas que entram na propriedade para gravar conteúdos.
Em seu desabafo, Marcello afirmou que a residência que aparece nas gravações não pertencia à mãe, mas a Lélio Ravagnani, marido de Hebe, que morreu em 2000. Segundo ele, a família deixou o local naquele mesmo ano e nunca mais voltou à propriedade.
“Gente, vocês não devem aguentar mais eu falando desse assunto, né? Agora, imagina eu tendo que voltar aqui, falar de novo disso que não para de gente postar coisa daquela casa que está em ruínas, que pela milionésima vez, eu venho aqui dizer que não era da minha mãe. Nós saímos de lá no ano 2000 e nunca mais voltamos nessa casa, tá? Eu não sei mais porque todo mundo, eu já expliquei para um monte de gente, todo mundo fica postando essas coisas.”, declarou.
Crítica
Em seguida, o filho da apresentadora reforçou que o imóvel era de Lélio e criticou a invasão da propriedade por pessoas interessadas em produzir vídeos para as redes sociais. “A maior prova que não é minha, é que eu não posso processar. Porque não é minha, se fosse minha, eu processava. Invasão de propriedade, as pessoas invadem a propriedade, ficam filmando lá dentro, sabe, pra… e ganhar seguidores”, afirmou.
Além disso, Marcello também citou uma pessoa que teria entrado no local e publicado uma série de vídeos. “Tem uma lá da Paraíba, que eu nem vou dizer o nome aqui, fantasiada lá, invadiu, fez parte 1, 2, 3, 4. Que que é isso? Você não tem mais o que fazer, essas pessoas não tem mais o que fazer, gente. Pelo amor de Deus, esta casa era do Lélio, pronto”, encerrou.
As mansões ligadas a Hebe Camargo
Dessa forma, a repercussão dos vídeos também trouxe à tona a história de duas residências associadas à família. A primeira ficava no Morumbi e pertencia à família de Lélio Ravagnani. Foi essa propriedade que Marcello mencionou em seu pronunciamento.
A segunda mansão ficava no bairro Cidade Jardim, em São Paulo, e foi comprada por Hebe, que viveu no imóvel durante seus últimos anos de vida. Após a morte da apresentadora, em 2012, o patrimônio ficou ligado à partilha entre Marcello e o primo Claudio Pessutti, responsável pela administração dos bens da artista.
Claudio passou a morar na residência com a mulher, Helena, mas morreu em 2021, em decorrência de complicações da Covid-19. Posteriormente, Helena negociou a venda da propriedade, que foi comercializada por R$ 30 milhões em 2023.
A propriedade de Cidade Jardim, que contava com cerca de 7 mil metros quadrados. E foi cenário de festas e de encontros com personalidades ao longo dos anos. O imóvel contava com diversos ambientes, jardins, piscina e uma capela. A manutenção da residência era considerada cara e difícil, segundo Marcello.
Hebe morre aos 83 anos em 2012. A apresentadora dormia em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo, quando sofreu uma parada cardiorrespiratória, informou a assessoria de imprensa do SBT na época.
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