A nova pesquisa Gerp sobre a disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula a quatro dias do segundo turno

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Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53% dos votos válidos, contra 47% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na nova pesquisa Gerp sobre o segundo turno presidencial, divulgada nesta quarta-feira, 21. A diferença de seis pontos percentuais representa vantagem estatisticamente significativa para o senador. A votação decisiva será realizada no domingo, 25.
O cálculo dos votos válidos exclui as respostas dos entrevistados que não escolheram nenhum dos candidatos ou não souberam responder. Na rodada anterior, divulgada em 16 de outubro, Flávio tinha 52% e Lula, 48%.
Quando considerados todos os entrevistados, o senador registra 50% das intenções de voto e o presidente, 45%, os mesmos percentuais da pesquisa anterior. Outros 2% não pretendem votar em nenhum dos dois, e 2% não sabem ou não responderam. A soma chega a 99% em razão dos arredondamentos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O que mudou em relação à pesquisa anterior?
Nos votos válidos, Flávio oscilou de 52% para 53%, enquanto Lula passou de 48% para 47%. As variações estão dentro da margem de erro do levantamento.
No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, os dois mantiveram seus percentuais: 50% para Flávio e 45% para Lula. A distância nos votos totais permanece, portanto, em cinco pontos.
Na pergunta espontânea, feita antes da apresentação dos nomes, o senador registra 48% e o presidente, 43%. Na rodada anterior, os percentuais eram de 49% e 44%, respectivamente. Ambos oscilaram um ponto para baixo, conservando a mesma diferença. Outros 8% não sabem ou não responderam, e outras respostas somam 1%.
Os eleitores ainda podem mudar de candidato?
Entre os entrevistados que escolheram um dos dois candidatos e responderam à pergunta sobre firmeza do voto, 97% afirmam que a decisão está totalmente definida. Outros 3% dizem que ainda podem mudar.
No eleitorado de Flávio, 97% declaram escolha definitiva e 2% admitem mudança. Entre os que indicam Lula, os índices são de 96% e 4%, respectivamente. Segundo a Gerp, não há diferença estatisticamente significativa entre os grupos quanto à definição da escolha.
Como estão a rejeição e a avaliação do governo?
Lula tem rejeição de 49%, enquanto Flávio registra 46%. O indicador corresponde aos entrevistados que afirmam não votar de jeito nenhum em cada candidato. A diferença configura empate técnico, de acordo com o instituto.
A avaliação do trabalho realizado pela Presidência também apresenta proximidade: 48% desaprovam e 46% aprovam. A distância entre os indicadores está dentro da margem de erro.
Quem o eleitor acredita que vencerá?
Independentemente da própria intenção de voto, 54% dos entrevistados acreditam que Flávio ganhará a eleição, enquanto 37% apontam Lula.
Na rodada de 16 de outubro, o senador era citado por 57% e o presidente, por 36%. A Gerp classifica a redução de três pontos na expectativa de vitória de Flávio como estatisticamente significativa. A variação de Lula está dentro da margem de erro.
Quando a pergunta é quem está mais preparado para governar, o resultado fica equilibrado: 46% citam Lula e 45%, Flávio, em empate técnico.
Onde cada candidato tem seus maiores percentuais?
Nos recortes regionais de votos válidos, Flávio aparece com 66% no Sul, 61% no Centro-Oeste, 58% no Norte e 54% no Sudeste. Lula registra 61% no Nordeste. Segundo o instituto, as diferenças são estatisticamente significativas nas cinco regiões, consideradas as respectivas bases de entrevistados.
Já nos votos totais da pergunta estimulada, Flávio tem 56% entre os homens, contra 41% de Lula. Entre as mulheres, o presidente aparece com 49% e o senador, com 46%.
Lula alcança 62% entre os entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo, enquanto Flávio tem 35%. Entre os eleitores de 60 anos ou mais, o presidente registra 52%, contra 43% do adversário.
Como os eleitores avaliam a propaganda na televisão?
A parcela que afirma ter visto a propaganda eleitoral gratuita na TV passou de 53%, em 16 de outubro, para 58%. Outros 40% dizem que não assistiram, e 2% não sabem ou não responderam.
Entre aqueles que viram a propaganda, 47% consideram a de Lula melhor, enquanto 44% apontam a de Flávio. O resultado configura empate técnico, segundo a Gerp.
Quais problemas podem pesar na decisão do voto?
Violência e falta de segurança são citadas por 47% como problemas graves do país que podem interferir no voto. Na rodada anterior, o índice era de 43%.
Na sequência aparecem falta de médicos e profissionais de saúde, com 22%, e falta de hospitais e postos de saúde, com 21%. Corrupção é mencionada por 18%, e impostos muito altos, por 16%.
Cada entrevistado podia indicar até três problemas, por isso a soma das respostas ultrapassa 100%.
Como foi feita a pesquisa?
A Gerp ouviu 2.400 eleitores por telefone, pelo sistema GerpCati, entre 19 e 21 de outubro, em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%.
Os resultados foram ponderados por sexo, idade, escolaridade, renda e região. O levantamento foi realizado com recursos próprios da Gerp Mercadologia e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03835/2026.
VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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