Atletas goianas representarão o Brasil no Mundial de Hyrox

Duas atletas goianas estarão entre as representantes brasileiras no Mundial de Hyrox, que será realizado entre os dias 18 e 21 de junho, na Suécia. Luciane Araújo e Paula Florentino conquistaram a classificação para a principal competição da modalidade e chegam ao evento com a expectativa de fazer história para o esporte nacional.
O que é o Hyrox?
Considerado um dos esportes fitness que mais crescem no mundo, o Hyrox combina corrida e exercícios funcionais em uma prova de resistência. Os atletas percorrem oito quilômetros de corrida, intercalados com oito estações de exercícios que exigem força, explosão muscular e capacidade cardiorrespiratória.
“É uma modalidade de endurance. São oito quilômetros de corrida e, a cada quilômetro, você entra em uma estação para realizar um movimento funcional. Temos exercícios de força, explosão e também movimentos que exigem bastante da capacidade respiratória”, explicou Luciane Araújo.
Relação da dupla de atletas
A classificação para o Mundial representa a realização de um sonho para Paula Florentino, que treina diariamente ao lado da professora e parceira de competição.
“A expectativa é enorme. Sou aluna da Luciane e venho treinando há muitos anos. Meu objetivo sempre foi chegar a uma competição desse nível. Conseguir disputar um Mundial ao lado dela torna tudo ainda mais especial”, afirmou.
A relação entre as duas atletas foi fundamental para a conquista da vaga. Luciane já havia garantido presença na competição ao lado do marido, após uma classificação conquistada anteriormente. Posteriormente, Paula a convidou para formar uma dupla feminina em busca de mais uma vaga para o Brasil.
“Ela me chamou para competir ao lado dela. Como eu já estaria no Mundial, aceitei o desafio. Conseguimos conquistar o primeiro lugar em uma etapa oficial disputada em São Paulo e garantimos nossa participação na Suécia”, contou Luciane.
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A paixão pelo Hyrox surgiu após anos de experiência no CrossFit. Proprietária de uma academia da modalidade, Luciane conheceu a nova competição em 2024, quando viajou ao México para disputar uma prova, antes mesmo de o esporte se consolidar no Brasil.
“Nós nos encantamos pela modalidade porque ela trabalha movimentos básicos e exige muita resistência. Competimos no México, gostamos muito da experiência e seguimos participando de eventos até conquistar a classificação para o Mundial”, destacou.
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