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Brasil mira azeite europeu em resposta à restrição da UE a carnes

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu ao Ministério da Agricultura a realização de uma investigação sobre os azeites de oliva importados e comercializados no país, com foco nos padrões de identidade, qualidade e classificação dos produtos, de acordo com a legislação nacional.

A entidade quer que sejam apuradas possíveis divergências entre a classificação declarada no momento da importação e as características constatadas nos produtos vendidos no país, especialmente aqueles apresentados como extravirgens.

De janeiro a julho deste ano, o Brasil importou o equivalente a 55,7 mil toneladas de azeite de oliva. O principal fornecedor é Portugal, com o envio de mais de 38,8 mil toneladas. Os países-membros da União Europeia venderam 48,5 mil toneladas do produto, incluídos os portugueses.


Globo Rural

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