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Candidato a vice de Flávio Bolsonaro diz que Lulinha e Marcola serão presos

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O candidato a vice-presidente da República pelo PL, deputado Alfredo Gaspar, afirmou nesta terça-feira, 18, que o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula, e o ex-chefe de gabinete do petista Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, serão denunciados e presos por suposta prática de tráfico de influência para viabilizar contratos com o Ministério da Saúde. Ele representou o presidenciável Flávio Bolsonaro em evento da União Nacional das Entidades do Comércio e Serviços (Unecs) em Brasília.

“O gabinete (

de Lula) está manchado com a lama da corrupção, e Lula não tem como dizer que não sabia. Se ele botar a mão no fogo por Lulinha, se queima. Se ele inocentar Lulinha, é cúmplice. Se ele obstaculizar a Polícia Federal a fazer seu trabalho ele está compactuando com o crime praticado dentro do gabinete presidencial”, declarou o parlamentar a jornalistas.

Gaspar foi o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou o desvio bilionário de aposentadorias e pensões do INSS. Em seu parecer, rejeitado pelo colegiado por 19 votos a 12, o deputado acusou Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger de tráfico de influência para facilitar negócios de Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, com o Ministério da Saúde na área de produtos de canabidiol.

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A escolha do deputado como candidato a vice de Flávio Bolsonaro eleva as suspeitas sobre Lulinha e Marcola e o combate à corrupção ao topo da lista de temas prioritários que a chapa do PL quer destacar na campanha eleitoral.

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Com base em informações publicadas na imprensa sobre pagamentos de Roberta a Marcola, Gaspar disse que a suposta prática de tráfico de influência assumiu dimensão “muito maior” do que a que ele apurou durante a CPMI do INSS, citando, além do ex-chefe de gabinete, suspeitas que recaem sobre Swedenberger Barbosa, que foi secretário-executivo do Ministério da Saúde sob Nísia Trindade e hoje é assessor do gabinete pessoal de Lula.

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“Roberta Luchsinger, Lulinha, Marcola e Swedenberger com certeza não serão apenas investigados nem indiciados. Serão denunciados e presos, porque participaram de uma quadrilha de corrupção no governo Lula”, afirmou o vice de Flávio Bolsonaro.

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Marcola tem declarado que o dinheiro recebido de Roberta foi um empréstimo, já quitado por ele ao custo de 249.000 reais. Ele não é investigado. Já Lulinha é alvo de três inquéritos em curso na Polícia Federal, sendo dois sob a relatoria do ministro André Mendonça e um relatado pelo ministro Flávio Dino, ambos do Supremo Tribunal Federal (STF).

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