Copa do Mundo de 2026 já teve 7 técnicos deixando os cargos

A Copa do Mundo de 2026 não tem provocado surpresas apenas dentro de campo. À medida que o mundial avança, cresce também a lista de treinadores que deixaram o comando de suas seleções. Até esta quarta-feira (1º), sete técnicos já encerraram seus ciclos, entre demissões, renúncias e contratos encerrados após eliminações no torneio.
Única demissão até o momento
A única demissão durante a disputa do Mundial foi a de Sabri Lamouchi, da Tunísia. O treinador perdeu o cargo após a goleada por 5 a 1 sofrida para a Suécia na estreia da fase de grupos, tornando-se o primeiro comandante a deixar uma seleção ainda com a competição em andamento.
As demais saídas ocorreram após as eliminações das respectivas equipes. O escocês Steve Clarke foi um dos primeiros a deixar o cargo depois da queda da Escócia ainda na fase de grupos. O mesmo caminho foi seguido por Hong Myung-bo, que assumiu a responsabilidade pela campanha da Coreia do Sul e apresentou sua renúncia após a eliminação precoce.
Leia mais:
Outro nome de peso que entrou na lista foi Marcelo Bielsa. O treinador uruguaio encerrou seu ciclo após a campanha abaixo das expectativas da Celeste no Mundial. Já Miroslav Koubek deixou o comando da Tchéquia depois da eliminação da equipe europeia na primeira fase.
Em seguida, a dança das cadeiras ganhou novos capítulos no mata-mata. Ronald Koeman anunciou que não renovará seu contrato com a Federação Holandesa de Futebol após a eliminação da Holanda para Marrocos nos pênaltis. O técnico afirmou que deseja dedicar mais tempo à família após dois períodos à frente da seleção.
Pouco depois, foi a vez de Sebastián Beccacece encerrar sua passagem pelo Equador. O argentino deixou o cargo após a derrota para o México, resultado que eliminou os equatorianos nas oitavas de final da competição.
Técnicos que deixaram suas seleções durante a Copa do Mundo de 2026
- Sabri Lamouchi (Tunísia) – demitido;
- Steve Clarke (Escócia) – renunciou;
- Hong Myung-bo (Coreia do Sul) – renunciou;
- Miroslav Koubek (Tchéquia) – deixou o cargo;
- Marcelo Bielsa (Uruguai) – deixou o cargo;
- Ronald Koeman (Holanda) – não renovará contrato;
- Sebastián Beccacece (Equador) – deixou o cargo após a eliminação.



