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desemprego fica em 5,6% no trimestre, menor resultado de maio

A taxa de desemprego no Brasil ficou estável e marcou 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, na comparação com o trimestre anterior (dezembro de 2025 a fevereiro de 2026), conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua. O índice anterior era de 5,8%.

O resultado é o melhor na série histórica para o mês desde 2012, quando esses dados começaram a ser computados no modelo vigente.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (26/6). O instituto responsável pela pesquisa afirma que a Pnad Contínua encontrou 6,1 milhões de pessoas em busca de trabalho.

Os dados divulgados nesta sexta mostram que o desemprego ficou em 5,6%. A constatação é verificada na comparação entre o trimestre encerrado em maio deste ano (março, abril e maio) e o trimestre anterior (dezembro de 2025 a fevereiro de 2026).

Já a população desalentada (quem desistiu de procurar emprego devido à dificuldade em encontrá-lo) reduziu, alcançando 2,4 milhões, no comparativo entre os trimestres. O recuo foi de 10,2% no trimestre, ou seja, com 277 mil pessoas a menos sem a esperança de encontrar uma ocupação.

Informalidade e carteira assinada

A taxa de informalidade, ou seja, a proporção de trabalhadores sem carteira assinada ou sem registro, recuou para 37,3% da população ocupada no período, menor do que a observada no trimestre anterior, de 37,5%.

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (excluindo-se os trabalhadores domésticos) foi de 39,3 milhões, semelhante ao verificado no trimestre anterior. O número de empregados sem carteira no setor privado ficou estável e registrou 13,4 milhões.

Além disso, o número de trabalhadores por conta própria ficou em 26 milhões, o que representa estabilidade na comparação entre os trimestres.

Ao considerar o trimestre anterior, houve aumento de pessoas ocupadas em alguns grupamentos de atividade.

  • transporte, armazenagem e correio: 3,0%, ou mais 177 mil pessoas;
  • administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 3,1%, ou mais 591 mil pessoas;

Conforme o IBGE, os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

Em atualização.


Metrópoles

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