Política

Fim da escala 6×1? Os pedidos de setor supermercadista em encontro com Zema

Em encontro com o pré-candidato do Novo à presidência da República, Romeu Zema, o presidente da Associação Paulista dos Supermercados, Erlon Ortega, e o diretor-geral da entidade, Carlos Correa, entregaram um ofício com propostas consideradas prioritárias para o setor supermercadista.

Em meio ao avanço da PEC do fim da escala 6×1 no Congresso, os representantes dos supermercados defendem a modernização das relações de trabalho e o aperfeiçoamento da dosimetria nas relações de consumo.

Sugerem ainda a criação de um Conselho Nacional do Varejo, que estabeleceria um canal permanente de diálogo entre o varejo e o governo federal na formulação de políticas públicas voltadas ao abastecimento, às relações de trabalho, à defesa do consumidor e ao ambiente de negócios.

Depois do encontro, Zema voltou falar da polêmica sobre as urnas eletrônicas, que foram alvo de ataques do pré-candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, na terça-feira em encontro com embaixadores.

Um dia após dizer que confira muito no processo eleitoral, o pré-candidato do Novo ao Palácio do Planalto admite a possibilidade de haver irregularidades e defendeu a impressão do voto para auditoria.

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“Pode ter fraude? Pode, mas nada que possa impactar o resultado de uma eleição. É igual a alguém que tem uma conta corrente e de vez em quando se desconta lá R$ 5, R$ 10. É fraude? É, mas não vai quebrar nem mudar a situação financeira de ninguém se tiver lá descontos dessa magnitude”, disse Zema a jornalistas.

“Por que não pegar 5% das urnas, imprimir e depois conferir? Aí sanaria todas as dúvidas […]. Fraudes que não impactam a eleição. Em algum lugar alguém que não foi votar, um mesário mal-intencionado vota lá como se tivesse a pessoa comparecido. Um voto, dois a mais por um, provavelmente não vai ter muito impacto, como já houve no passado”, acrescentou.

 

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