Política

Flávio x Lula: nova pesquisa Quaest mostra para onde vão votos de Cury, Renan e Caiado

A pesquisa Quaest também investigou como os eleitores de candidatos que foram derrotados no primeiro turno pretendem votar na segunda etapa da disputa presidencial. Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados afirmam que votariam em Flávio, ante 44% que escolheriam Lula. Apenas 1% dos eleitores afirmaram que estão indecisos e 9% que pretendem votar em branco.

Entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), Lula aparece à frente, com 34% das intenções de voto, contra 30% de Flávio. Outros 30% desse grupo dizem que votarão em branco ou nulo ou que não comparecerão às urnas. 6% permanecem indecisos.

O senador concentra a maior parcela dos eleitores de Renan Santos (Missão): 40% dizem que votarão nele no segundo turno, enquanto 14% escolhem Lula. Apenas 3% estão indecisos. Nesse grupo, 43% afirmam que votarão em branco ou nulo ou que não irão votar.

Entre os que escolheram Ronaldo Caiado (PSD) em 4 de outubro, 42% declaram intenção de votar em Flávio Bolsonaro (PL), ante 23% que dizem preferir Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 33% afirmam que votarão em branco ou nulo ou que não comparecerão às urnas. 3% seguem indecisos.

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Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral

Já entre os eleitores que escolheram outros candidatos, Flávio registra 38%, ante 33% de Lula. Nesse segmento, 22% afirmam que votarão em branco ou nulo ou não irão votar. 7% estão indecisos.

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A vantagem de Lula aparece entre os eleitores que não votaram em nenhum dos dois candidatos no primeiro turno, seja por ausência, voto branco ou nulo. Nesse grupo, 43% declaram intenção de votar no petista, contra 38% que escolhem Flávio. Outros 17% dizem que votarão em branco ou nulo ou não comparecerão às urnas.

Metodologia

A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira, 14 de outubro. O levantamento ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08729/2026.

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