Política

Justiça Eleitoral tem 35 ações sobre impulsionamento negativo contra Tarcísio

A Justiça Eleitoral tem 35 ações para conter o impulsionamento de publicações negativas ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), segundo levantamento da sua campanha à reeleição. A prática é vedada pela lei eleitoral.

Em geral, o impulsionamento foi feito por candidatos de esquerda, como o presidente do PT, Edinho Silva, os deputados federais Carlos Zarattini (PT), Alencar Santana (PT), Samia Bomfim (PSOL) e Luciene Cavalcante (PSOL), os deputados estaduais Paulo Fiorilo (PT) e Marina Helou (PSB) e os vereadores Nabil Bonduki (PT) e Luna Zarattini (PT).

Dos 35 casos, 34 já foram analisados pelo TRE-SP, com 18 com algum grau de acolhimento, incluindo decisões que determinaram a interrupção total ou parcial da distribuição paga.

Os conteúdos patrocinados englobam alguns dos temas mais explorados contra Tarcísio, como privatização da Sabesp, abastecimento de água, segurança pública, ciência e políticas para mulheres, além de acusações relacionadas a corrupção e propina.

A sequência de decisões se intensificou no último fim de semana. Em um dia, sete anúncios patrocinados tiveram decisões do TRE-SP. Em cinco, a Justiça preservou a publicação nas redes, mas determinou a suspensão do impulsionamento.

Em dois processos que associavam o governador diretamente a corrupção, houve interrupção da distribuição paga e retirada ou indisponibilização dos conteúdos.


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Folha de São Paulo

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