Mesmo sem ofensiva do Planalto, Republicanos acena para neutralidade na corrida ao Planalto

Diferente do que ocorreu com PP e União Brasil, o Republicanos não teria sido procurado por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o partido não aderisse à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República.
Ainda assim, a dificuldade de arranjos estaduais com o PL deve fazer com que a legenda comandada por Marcos Pereira fique neutra na corrida pelo comando do Palácio do Planalto.
Esse é o diagnóstico de integrantes da cúpula do Republicanos, que destacam ainda que a maioria dos filiados demonstrou resistência à possibilidade de apoiar o primogênito de Jair Bolsonaro na disputa nacional.
Para evitar o embarque de PP e União Brasil na campanha de Flávio, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, e o próprio Lula entraram em campo para garantir a neutralidade das siglas.
Nesta semana, Flávio se encontrou com o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, e ouviu dele que a postura independente das legendas estava decidida.
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