Pesquisa eleitoral: o estado onde Lula venceria Flávio Bolsonaro no 1º turno

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Uma pesquisa da Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira, 17, mostra que, no estado de Pernambuco, se as eleições fossem agora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria o senador Flávio Bolsonaro já no primeiro turno. De acordo com o levantamento, o petista teria 58% dos votos dos pernambucanos, contra 24% do senador e filho do ex-presidente.
Nessa simulação de primeiro turno, quem fica com o terceiro lugar é Renan Santos (Missão), um dos fundadores do Movimento Brasil Livre, o MBL. Ele aparece com 4% das intenções de voto. Depois dele, vem Ronaldo Caiado (PSD), com 3%, Romeu Zema (Novo), com 2% e Augusto Cury (Avante) com 1%.
Os demais candidatos — Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Clariana Barão (DC) e Wilson Grassi (Democrata) –, juntos, têm 1% das intenções de voto. Na prática, depois de Lula e Flávio, os demais presidenciáveis estão todos empatados na margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 1. 600 pernambucanos entre os dias 12 e 15 de agosto. O índice de confiança da pesquisa é de 95%.
A pesquisa divulgada nesta segunda também testou como seriam os cenários de segundo turno entre os dois prováveis rivais nas urnas. A vantagem de Lula fica um pouco menor: ele aparece com 60% das intenções de voto contra 35% de Flávio. A diferença entre eles é de 25 pontos percentuais — enquanto na pesquisa de primeiro turno é de 35 pontos.
Rejeição e aprovação
Em outro recorte, a pesquisa mediu a rejeição dos candidatos à presidência no estado de Pernambuco. Flávio lidera esse ranking: 53% dos entrevistados disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Apesar do bom desempenho no estado, Lula aparece em segundo lugar, com 33%. Depois dele, Caiado aparece com 28% e Renan Santos com 25%. Rui Costa Pimenta, do PCO, tem 22% e Zema tem 21% de rejeição.
Segundo esse mesmo levantamento, 61% dos pernambucanos aprovam o governo Lula, contra 36% que desaprovam. Além deles, 3% não souberam ou não quiseram responder.
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