Política

Quaest: pesquisa estimulada mostra Celina Leão (PP) com 35% das intenções de voto, Arruda (PSD) com 19% e Grass (PT) com 17%

Divulgada nesta terça-feira (8), a Pesquisa Quaest apresenta o cenário da disputa pelo governo do Distrito Federal. Encomendada pela Globo, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números BR-04442/2026 e DF-01987/2026.

Na pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra a lista de candidatos aos eleitores entrevistados, Celina Leão (PP) tem 35% das intenções de votos, seguida por Arruda (PSD) 18%, Leandro Grass (PT) 17%, Paula Belmonte (PSDB) 4%, Ricardo Cappelli 2%. Kiko Caputo (Novo) e Professora Samara Mineiro (UP) têm 1% cada um. Os candidatos Elisson (Agir), Professor Robson (PSTU), Expedito Mendonça (PCO) e Rico Pinheiro (PRTB) não pontuaram.

De acordo com o levantamento, 7% das pessoas entrevistadas indicaram que vão votar branco/nulo/não vai votar, já indecisos somam 15%. Para 55% dos eleitores ouvidos pela Quaest, a escolha do candidato é definitiva.
Outros 45% dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro.

Pesquisa espontânea

Já na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são mostrados aos eleitores, os resultados do levantamento tiveram o seguinte resultado:

  • Celina Leão (PP): 23%
  • Arruda (PSD): 8%
  • Leandro Grass (PT): 11%
  • Cappelli (PSB): 1%
  • Paula Belmonte (PSDB): 1%
  • Outros: 0%
  • Branco/nulo/não vai votar: 3%
  • Indecisos: 53%

Simulação de 2º turno

A pesquisa também fez três simulações de 2º turno. Os dados estão abaixo:

Cenário 1

  • Celina Leão (PP): 47%
  • Arruda (PSD): 30%
  • Em branco/nulo/nenhum: 16%
  • Indecisos: 7%

Cenário 2

  • Arruda (PSD): 41%
  • Leandro Grass (PT): 28%
  • Em branco/nulo/nenhum: 22%
  • Indecisos: 9%

Cenário 3

  • Celina Leão (PP): 52%
  • Leandro Grass (PT): 29%
  • Em branco/nulo/nenhum: 13%
  • Indecisos: 6%

A Quaest ouviu 1.104 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Com informações do G1




Brasil de Fato

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