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Tebet ou Marina? Quem chega mais forte à reta decisiva pelo Senado em SP

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A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado deve colocar Simone Tebet e Marina Silva em uma concorrência pelo eleitorado ligado à chapa apoiada pelo presidente Lula. No Ponto de Vista, de VEJA, apresentado por Laísa Dall’Agnol, o editor José Benedito da Silva avaliou que, embora ainda seja cedo para prognósticos, Simone aparece neste momento com maior potencial eleitoral entre as duas (este texto é um resumo do vídeo acima).

Questionado sobre o argumento de que Simone não teria uma trajetória política construída em São Paulo, José Benedito lembrou a explicação dada pela própria candidata sobre seus vínculos com o estado. Segundo ele, Simone ressalta que é casada com um paulista, mora em São Paulo, tem imóvel no estado e votou ali na eleição presidencial de 2022, quando concorreu à Presidência.

Para o editor de VEJA, outro ativo de Simone seria sua capacidade de dialogar com uma parcela mais moderada do eleitorado. “Ela teria uma identificação com setores expressivos do eleitorado mais moderado, mais de centro, um eleitorado que não se alinha à direita Bolsonaro e que gosta de políticos mais centristas”, afirmou.

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Por que Simone Tebet pode levar vantagem?

José Benedito recordou que Simone chegou a ser considerada para a disputa pelo governo paulista quando Fernando Haddad ainda demonstrava resistência em assumir a candidatura e Geraldo Alckmin já havia descartado concorrer. Para o jornalista, essa movimentação ajuda a dimensionar o espaço político ocupado por ela.

“Eu acho que ela tem bastante potencial”, disse. Ao comparar diretamente as duas candidaturas ao Senado, porém, José Benedito fez questão de classificar sua avaliação como particular e evitar uma previsão definitiva.

O que pode pesar para Marina Silva?

Na avaliação de José Benedito, Marina também entra na disputa com atributos eleitorais. O editor destacou que ela foi uma deputada federal bem votada e é reconhecida por sua atuação como ministra.

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Ao mesmo tempo, apontou uma questão que, em sua análise, poderá ser explorada durante a campanha: Marina deixou a Câmara pouco depois de assumir o mandato para integrar o governo. “Talvez o eleitor de São Paulo cobre um pouco isso: ‘Você foi deputada federal na última eleição e você não ficou na Câmara, você foi para o ministério’”, afirmou.

Segundo José Benedito, Marina argumenta agora que, caso seja eleita, pretende permanecer no Senado por considerar que a Casa concentra algumas das disputas políticas mais importantes.

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A disputa já tem favoritos?

Apesar de apontar uma vantagem potencial de Simone dentro da chapa apoiada por Lula, José Benedito ressaltou que ainda é cedo para estabelecer favoritos definitivos. “Esses prognósticos são ainda muito, muito prematuros. É preciso esperar um pouco mais o desenrolar da campanha”, afirmou.

Ainda assim, o editor resumiu sua leitura do quadro: “Eu diria que a Simone é o nome mais forte da chapa lulista”. Do outro lado da disputa, ele apontou um nome da chapa de Tarcísio como aparentemente mais forte, mas ressaltou enxergar competitividade no conjunto dos concorrentes. “Vejo potencial para todas essas cinco candidaturas. Acho que é uma briga boa por essas duas vagas.”

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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