Vozinha não poderá usar o apelido na camisa do Colo-Colo

O novo reforço do Colo-Colo, do Chile, o goleiro Vozinha, aguardado nesta terça-feira (28/7) para assinar contrato com o clube chileno, não poderá utilizar o apelido que o tornou conhecido mundialmente, especialmente após a Copa do Mundo, em sua camisa. O arqueiro da seleção de Cabo Verde terá que optar por um de seus sobrenomes para estampar no uniforme.
Josimar Évora Dias, nome de batismo de Vozinha, defenderá o Colo-Colo, mas, de acordo com o regulamento do Campeonato Chileno, é proibida a utilização de apelidos nas camisas dos jogadores. A norma, estabelecida pela ANFP (Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile), determina que apenas o sobrenome paterno e/ou materno pode ser estampado no uniforme.
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Dessa forma, o goleiro terá que escolher entre Évora ou Dias para identificar sua camisa. Ainda existe a possibilidade de o Colo-Colo solicitar uma autorização especial à ANFP para abrir uma exceção e permitir o uso do apelido, mas, até o momento, a regra segue em vigor.
O regulamento, no entanto, já teve uma flexibilização. Em 2021, Bruno Barticciotto, quando defendia o Palestino, atuou com “Bruno Barti” estampado na camisa. O mesmo aconteceu com Marcelo Cañete, que utilizou “Chelo”, e Simón Contreras, identificado como “Pitu”. Na ocasião, a ANFP autorizou exceções à regra.
O artigo 36 do regulamento do Campeonato Chileno estabelece:
“Para a identificação pessoal dos jogadores, deverá ser estampado o sobrenome paterno e/ou materno na parte superior das costas da camisa, com altura entre 5 e 5,5 cm, podendo ser adicionada a inicial do primeiro nome. Não serão permitidos apelidos, alcunhas ou codinomes.”
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