Morre jornalista da Record após 2 meses em coma por acidente doméstico

A jornalista Érika Leal, repórter da Record Brasília, morreu nesta terça-feira, 7, aos 47 anos, após permanecer cerca de dois meses internada em coma em decorrência de um grave acidente doméstico. A profissional estava hospitalizada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no Distrito Federal, desde maio, e a notícia de sua morte foi confirmada pela emissora por meio de uma nota de pesar.
Com uma trajetória consolidada no jornalismo, Érika construiu uma carreira voltada à cobertura de política, economia, cultura e entretenimento, se tornando uma das profissionais mais conhecidas da imprensa da capital federal.
Acidente doméstico deixou jornalista em estado grave
Segundo relatos de familiares e amigos divulgados nas redes sociais, Érika participava de uma confraternização quando sofreu um acidente envolvendo uma fogueira. As queimaduras atingiram mais de 60% de seu corpo, exigindo internação imediata.
Ela permaneceu por mais de um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hran e seguiu em tratamento intensivo durante aproximadamente dois meses. Apesar dos esforços da equipe médica, não resistiu às complicações provocadas pelos ferimentos.
Em nota oficial, a Record lamentou a perda da jornalista. “Érika fazia parte da equipe da Record Brasília desde 2019 e construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo, pela sensibilidade e pelo compromisso com a informação. Ao longo da carreira, participou de importantes coberturas nas áreas de política, economia, cultura e entretenimento, sempre com dedicação, elegância e respeito ao público”, destacou a emissora.
Confira:
Carreira foi marcada pelo compromisso com o jornalismo
Antes de integrar a equipe da Record Brasília, atuou por mais de sete anos no Grupo Bandeirantes de Comunicação e também passou por redações como o Jornal de Brasília. Além da atuação no jornalismo, mantinha nas redes sociais o projeto Virando Veganas, dedicado à divulgação de conteúdos sobre gastronomia vegana e vegetariana.
Érika deixa duas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17. A morte da jornalista também foi lamentada pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Distrito Federal (Cojira-DF) e pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF). Em nota, as entidades afirmaram que sua partida representa uma grande perda para a comunicação e destacaram seu profissionalismo, humanidade e compromisso com a informação de qualidade.
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