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Aos 51, Flávia Reis tem segredo para vencer menopausa: ‘Sem humor, vira um inferno’

Rir é o melhor remédio. Esse é o lema de Flávia Reis (51), que divertiu os convidados da Temporada de Inverno CARAS 2026, em Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira. Sempre animada e pronta para qualquer aventura, ela se jogou em passeios de trenó, fez suas próprias barrinhas em uma fábrica de chocolate e ainda conseguiu encarnar a clássica personagem, a Vanda da Van, durante a viagem. “Todo mundo está sempre se divertindo! As experiências são sempre legais.

Vamos parar de frescura e ser felizes”, comemora ela.

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Após temporada de sucesso no Rio, ela segue em cartaz nos palcos de São Paulo com o espetáculo autoral Super Ela e afirma se sentir realizada em tocar as pessoas por meio do humor. “Eu fico superemocionada. As pessoas assistem e depois voltam com a filha, com a mãe. Eu trabalhei com o Paulo Gustavo e antes de ele entrar em cena sempre dizia que queria que as pessoas saíssem transformadas, que saíssem mais felizes do que entraram. Toda vez recebo uma mensagem de alguém dizendo que a mãe estava deprê e ficou feliz depois de me ver. Isso é uma marca do meu trabalho, mas eu não tinha me dado conta”, explica ela.

Antes do sucesso nos palcos e na televisão, Flávia já assumia uma missão que mudou completamente seu contato com a arte de fazer rir. “Trabalhei dez anos em hospital, com a ONG Doutores da Alegria, então era promover o humor e a alegria como forma de levar saúde. Colocar você em contato com o que você tem de melhor para o mundo. Eu acho que carrego isso porque levava meu trabalho artístico para o hospital, para as pessoas se sentirem bem”, completa a atriz, garantia de alto astral em qualquer lugar.

Além de brilhar nos palcos, em breve, ela estará nas telonas. O longa Tá Pago estreia neste semestre e as gravações de Garota, uma comédia leve sobre mulheres depois dos 50, se encerraram recentemente. Flávia, aliás, não poderia se identificar mais com a temática e tenta levar com leveza os desafios dessa fase da vida. “Eu sinto um calor enorme, preciso de óculos multifocais, tudo é sintoma da menopausa. Ou você leva com humor e se diverte ou sua vida vira um inferno!”, brinca ela.

Outro projeto que enche os olhos da atriz é sua parceria com o roteirista Edu Araujo no filme Boadrasta, idealizado pelos dois, e que será rodado nos próximos meses. “A gente se deu conta que, na sociedade atual, com as famílias-mosaico, tem uma figura central que mantém a união da família que é a ‘boadrasta’. Ela pode ter um ou dois filhos e se casa com um homem que também já tem um ou dois filhos. Pode até acabar o amor entre eles, mas a família continua. Essa mulher é quem mantém todos unidos. É a condição de quase todas as mulheres que têm filho e se casam de novo”, reflete.

E por falar em amor, Flávia esteve muito bem acompanhada para aproveitar o friozinho de Campos. Ela curtiu a temporada ao lado do eleito, Psé Diminuta, puxador de samba do Salgueiro e que até já virou um parceiro profissional da estrela! “Tenho um programa para estrear no Multishow, chamado Volte Sempre, e ele escreveu um samba com o bordão que falo na minha esquete. O samba entrou no programa mesmo!”, festejou Flávia, que, contrariando os ditados populares, segue com sorte no amor e na vida!



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