Tereza Cristina deve ser ouvida na escolha do chanceler em eventual governo Flávio

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) já passou a mapear nomes para ocupar ministérios em um eventual governo do bolsonarista. Apesar de não figurar como possível ministra, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) deve ser ouvida na escolha do chanceler brasileiro.
A avaliação é feita por integrantes da campanha, que defendem uma interlocução maior com o agronegócio, principalmente por causa da abertura de mercados e na defesa da imagem do setor no exterior.
Além disso, afirmam que a senadora tem credibilidade e é respeitada fora do país pela atuação em assuntos internacionais. Ela foi a relatora do acordo entre Mercosul e União Europeia. Também foi uma das principais articuladoras da lei da reciprocidade.
Na Agricultura, dois nomes que já foram citados são o do deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), atual presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, e do ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União), senador eleito.
No ministério de Minas e Energia, um nome que passou a ser ventilado nos bastidores é o do economista Adriano Pires, que chegou a ser indicado para chefiar a Petrobras no governo de Jair Bolsonaro. Ele atuou como diretor da Agência Nacional do Petróleo.
Como mostrou a Folha, Daniella Marques, a porta-voz econômica da campanha de Flávio, é cotada para chefiar um ministério social.
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Folha de São Paulo



