Aos 85 anos, ex-âncora do Jornal Nacional usa barba longa e boné como disfarce

O jornalista Sérgio Chapelin completou exatamente 85 anos de idade no dia 12 de maio. O profissional fez história na televisão brasileira ao comandar atrações de enorme peso, como o Jornal Nacional e o Globo Repórter. No entanto, o comunicador vive hoje uma realidade completamente diferente daquela rotina de ternos impecáveis. O veterano abriu mão do status de celebridade e adotou o anonimato nas ruas.
A despedida oficial das telas aconteceu em setembro do ano de 2019. Na ocasião, o apresentador prometeu buscar uma liberdade total longe dos horários rígidos do jornalismo diário. Inicialmente, o famoso mudou-se com a esposa, Regina Ghiaroni, para uma chácara pacata em Itanhandu, no sul de Minas Gerais. Contudo, o casal decidiu mudar os planos familiares nos últimos anos. Os dois retornaram para a Zona Sul do Rio de Janeiro com o intuito de morar mais perto dos filhos e dos seis netos.
O uso de disfarce e a rotina comum em Copacabana
Para conseguir realizar as tarefas simples do cotidiano sem o assédio constante dos fãs, o jornalista adotou uma tática visual eficiente. O antigo rosto liso deu lugar a uma barba branca bem comprida. Além disso, os cabelos curtos foram substituídos por fios longos, chegando a ostentar um coque samurai em aparições recentes na televisão. Em entrevista exclusiva à revista Veja sobre seu estilo de vida atual, Sérgio Chapelin detalhou essa nova dinâmica urbana.
Atualmente, o cotidiano do aposentado envolve caminhadas tranquilas pela areia da praia, leituras em seu tablet e sessões de filmes e séries em casa. O profissional demonstra extrema satisfação com o momento atual e garante que já trabalhou bastante ao longo de cinco décadas de carreira. De fato, a sua situação financeira foi organizada de forma totalmente silenciosa, sem nenhuma ostentação de mansões luxuosas.
As raras aparições públicas e as homenagens aos colegas
Mesmo mantendo uma postura totalmente introspectiva, o público conseguiu rever o talento do mestre em ocasiões muito específicas. Sérgio Chapelin quebrou o isolamento midiático para gravar depoimentos emocionantes em homenagem a grandes companheiros de profissão que faleceram.
O público acompanhou suas declarações comoventes após as perdas dos jornalistas Cid Moreira, no final de 2024, e Léo Batista, no início de 2025. Nessas raras exibições em vídeo, o visual transformado do veterano chamou imensa atenção e gerou grande repercussão nas redes sociais brasileiras.
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